AVISO IMPORTANTE
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sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
SINDROME DE LI FRAUMENI
ANTICORPOS ANTI RO
Fator Antinuclear - FAN Nas pesquisas realizadas por imunofluorescência indireta, os resultados são expressos em títulos, segundo as diluições empregadas. É possível trabalhar utilizando-se como limite títulos de 1/40, que permitem maior sensibilidade, ou de 1/80, que permitem maior especificidade, ou seja, um menor número de falso-positivos. Na prática clínica, são considerados significativos títulos superiores a 1/160. Os resultados com títulos positivos são acompanhados pela descrição do padrão de fluorescência encontrado, que serve como orientação da presença de um antígeno específico e, em alguns casos, como padrão diagnóstico. Em determinadas situações, em especial no LES em atividade, pode ocorrer a observação de mais de um padrão de fluorescência.
SINDROME DE BRUGADA
A Síndrome de Brugada é uma arritmia hereditária (autossómica dominante) que predispõe a arritmias ventriculares que podem ser fatais.
É provocada por uma mutação no gene SCN5A, que leva a uma alteração estrutural dos canais de sódio do coração.
Tem especial incidência em indivíduos adultos e do sexo masculino. Também ocorre com mais frequência em indivíduos de origem asiática.
Pode provocar morte súbita (através de taquicardia ventricular polimórfica), principalmente em indivíduos em repouso ou durante o sono.
A síndrome de Brugada é uma condição rara, podendo
em função de seu caráter mutante de apresentação ser
de difícil diagnóstico. Relatamos um caso, discutindo os
aspectos diagnósticos e a evolução clínica de um paciente
com os achados característicos da síndrome, definidos
especialmente pela presença de supradesnivelamento de
J-ST em derivações direitas em registros eletrocardiográficos
seriados, amplas flutuações de pontos J e segmentos
ST durante as 24h nos registros do Holter e morte súbita
noturna. Destacamos a importância dos achados do
Holter para complementação diagnóstica, inclusive com
a possibilidade de através desse método estabelecer a correlação
entre as atividades de vigília e o sono e a variabilidade
do grau de comprometimento da repolarização
ventricular.
O estudo das chamadas doenças elétricas primárias
do miocárdio vem, nesta última década, despertando um
progressivo e elevado interesse. O esforço conjunto de arritmólogos,
eletrofisiologistas e geneticistas permitiu esclarecer
inúmeros aspectos fisiopatológicos e clínicos destas
doenças, influenciando favoravelmente em seus prognósticos.
Dentre as que têm despertado mais interesse, incluemse
a síndrome congênita do QT longo e, mais recentemente,
a síndrome de Brugada 1,2. Ambas têm como característica
comum, quando evoluem em sua forma natural, a presença
de um elevado potencial para o desenvolvimento de arritmias
ventriculares graves com produção de quadros sincopais
e/ou morte súbita. Assim, em função desse prognóstico,
bem como de um diagnóstico muitas vezes duvidoso,
pareceu-nos válido publicar os dados referentes à evolução
de um paciente com a síndrome de Brugada.
link para site especifico da Sindrome de Ehlers Danlos
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Síndrome de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser
Síndrome de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser
O mal ocorre em uma em cada 5.000 — 7.000 mulheres nascidas e suas causas não são claramente conhecidas. Em geral é uma anomalia só descoberta na adolescência, no período da menarca ou da primeira relação sexual. Pode ou não haver um mínino de profundidade vaginal (às vezes até 3,5 cm), assim como órgãos reprodutores internos (útero eovários). Uma relativa minoria dos casos está relacionada à intersexualidade.Síndrome de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser, agênese vaginal ou agenesia Mülleriana é uma anomaliacongênita do órgão reprodutivo feminino.
Os portadores da anomalia podem sofrer conflitos de identidade de gênero e de auto-imagem, problemas de relacionamentos afetivos e de futura maternidade. O tratamento envolve a pessoa atingida e seus parentes e a única técnica para reversão do problema é a vaginoplastia. O prazer sexual, contudo, ficará quase sempre intacto já que oorgasmo feminino provém essencialmente da clitóris, órgão não afetado pela síndrome. O diagnóstico é feitodigitalmente, podendo ou não contar com testes cromossômicos, intravenosos, de raios X ou ultrassom.
sábado, 17 de outubro de 2009
Síndrome de Alagille
Síndrome de Alagille
A síndrome de Alagille é uma doença genética que afeta o fígado, coração e outros sistemas corporais. Os problemas associados com esta doença começam a evidenciar-se na infância. A doença é herdada segundo um padrão autossómico dominante. A prevalência na população é de 1 para 70.000 nascidos-vivos.
A severidade da doença pode variar dentro da mesma família. Os sintomas podem nem sequer notar-se, mas noutros casos podem ser tão severos que quer o coração quer o fígado necessitam de sofrer transplante.
Mutações no gene JAG1 causam esta síndrome. O gene está envolvido em processos de sinalização entre células adjacentes durante o desenvolvimento embrionário. Estas sinalizações influenciam a maneira como as células são usadas na construção das estruturas corporais durante o desenvolvimento do embrião. Mutações neste gene causa disrupção na via de sinalização, causando erros no desenvolvimento, especialmente no coração, nos ductos biliares no fígado, na coluna e em algumas características faciais.
Ductos biliares malformados e estreitos produzem a maioria dos problemas de saúde associados à síndrome de Alagille. A bílis é produzida no fígado e é conduzida através dos ductos biliares até ao intestino delgado, onde auxilia à digestão das gorduras. Os pacientes com esta síndrome acumulam a bílis no fígado, prevenindo que este funcione correctamente na eliminação de toxinas da corrente sanguínea.
[editar]Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas derivados de danos no fígado incluem uma tonalidade amarelada da pele, manchas nos olhos e depósitos de colesterol na pele.
Outros sinais desta síndrome incluem problemas do coração (congénitos) e os ossos da coluna vertebral assumem uma forma pouco usual (em forma de borboleta).
Tetralogia de Fallot
Tetralogia de Fallot
Causas, incidência e fatores de risco:
A causa da maioria dos defeitos congênitos do coração é desconhecida. Fatores pré-natais que estão associados a uma incidência maior que a normal da doença incluem rubéola maternal ou outras doenças virais durante a gestação, nutrição deficiente durante o pré-natal, alcoolismo maternal, mães acima dos 40 anos e diabetes. Há uma incidência mais alta de Tetralogia de Fallot em crianças com Síndrome de Down. A Tetralogia de Fallot é classificada como um defeito cardíaco cianótico, pois o distúrbio resulta em sangue insuficientemente oxigenado bombeado para o corpo, o que leva a uma cianose (coloração roxo-azulada da pele) e falta de ar. A forma clássica de Tetralogia inclui 4 defeitos dentro das estruturas do coração: defeito do septo ventricular (orifício entre os ventrículos direito e esquerdo), estreitamento da válvula pulmonar (do pulmão), aorta deslocada e parede espessa do ventrículo direito. Há um fluxo de sangue não oxigenado na circulação geral e uma diminuição do fluxo de sangue para os pulmões, o que compõe o distúrbio cianótico. Ao nascer, a criança não mostra sinais de cianose, mas pode desenvolver, mais tarde, episódios de pele azulada ao chorar ou ao se alimentar. A Tetralogia de Fallot ocorre em aproximadamente 50 em cada 100.000 crianças. É a segunda causa mais comum de doença cardíaca cianótica em crianças.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Adrenoleucodistrofia
Distúrbio hereditário do metabolismo dos ácidos graxos que afeta as glândulas adrenais, o sistema nervoso e os testículos.
Causas, incidência e fatores de risco:
A adrenoleucodistrofia é transmitida como um característica ligada ao cromossoma X, e acredita-se que sua incidência seja ligeiramente superior a 1 em cada 100.000 pessoas. O defeito metabólico é o acúmulo de ácidos graxos de cadeia longa no sistema nervoso, nas glândulas adrenais e nos testículos, onde o material acumulado interrompe a atividade normal. Existem várias formas diferentes da doença. A mais grave é a forma cerebral infantil, que aparece em meio à infância. As demais formas aparecem durante a adolescência. Aproximadamente um terço das pessoas afetadas desenvolve sintomas neurológicos, enquanto todas desenvolvem uma função adrenal anormal.
Na forma infantil, os primeiros sintomas abrangem hiperatividade, dificuldade na escola, dificuldade para compreender a comunicação verbal, deterioração da escrita, olhos vesgos (estrabismo) e possíveis convulsões. À medida que a doença avança aparecem novos sinais de danos na substância branca do cérebro que incluem alterações no tônus muscular, rigidez e deformidades por contratura, dificuldade de deglutição e coma.
Outro componente importante presente em todas as formas de adrenoleucodistrofia é o desenvolvimento bastante significativo de uma função adrenal deficiente (semelhante à doença de Addison), que pode ser tratada de forma adequada com corticosteróides.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
A síndrome antifosfolípide
INTRODUÇÃO
A síndrome antifosfolípide (SAF) é uma trombofilia autoimune adquirida, caracterizada pela presença de tromboses vasculares e/ou eventos obstétricos, acompanhada ou não de plaquetopenia na vigência de níveis moderados e persistentes de anticorpos antifosfolípides.1
Recentemente, essa síndrome tem sido associada à presença de aterosclerose precoce e eventos coronários.2Fatores de risco tradicionais para doenças cerebrovasculares têm sido demonstrados na SAF, porém o papel de outros fatores de risco não tradicionais vem sendo pouco estudado. A homocisteína, um aminoácido sulfidrílico formado no metabolismo da metionina que, em níveis elevados, pode causar toxicidade endotelial e ativar o sistema de coagulação, tem sido associada à aterosclerose e à isquemia cerebral.3,4 Poucos estudos têm avaliado a presença de hiper-homocisteinemia em pacientes com SAF primária (SAFP), e a maioria inclui pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES) na ausência de condições secundárias que possam alterar os níveis séricos desse aminoácido.5-
| Síndrome Antifosfolipídica | |||
| Síndrome Antifosfolípide Síndrome do Anticorpo Antifosfolípide Síndrome dos Anticorpos Antifosfolípides | |||
Presença de anticorpos dirigidos contra fosfolipídeos (ANTICORPOS ANTIFOSFOLÍPIDES). A condição está associada com uma variedade de doenças, lupus eritematoso sistêmico notável e outras doenças detecido conjuntivo, trombopenia e tromboses arteriais ou venosas. Nagravidez, pode causar aborto. Dos fosfolipídeos, as cardiolipinasdemonstram níveis acentuadamente elevados de anticorpos de anticardiolipina (ANTICORPOS ANTICARDIOLIPINAS). Níveis altos de anticoagulante de lupus também estão presentes (INIBIDOR DE COAGULAÇÃO DE LUPUS). | |||