AVISO IMPORTANTE

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A informação no blog Estudandoraras não está destinada a substituir os cuidados de saúde prestados por profissionais.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Pênfigo foliáceo (PF)




Pênfigo foliáceo (PF) é uma doença auto-imune caracterizada por bolhas e
erosões na pele e por auto-anticorpos patogênicos, com especificidade para moléculas
da epiderme. Apresenta características epidemiológicas distintas em certas regiões do
Brasil (onde também é conhecido como fogo selvagem) e em outros países da América
do Sul, assim como na Tunísia, entre as quais a mais peculiar é a sua elevada
prevalência. As causas do PF são ainda desconhecidas. Sabe-se que vários fatores
estão envolvidos na sua patogênese, entre eles, fatores genéticos. O presente trabalho
teve por objetivo analisar se variantes de genes de apoptose contribuem para a
susceptibilidade ao PF, uma vez que alterações dos mecanismos da apoptose podem
contribuir para o início de uma doença autoimune, através de falhas na eliminação de
linfócitos autorreativos, ou então durante a fase efetora da doença, através de danos a
tecidos-alvo. O receptor Fas (produto do gene FAS) é um agente indutor da apoptose
ao interagir com seu ligante (FasL). O produto gênico de TP53 tem importante papel
na detecção de danos no material genético e indução da apoptose, caso o reparo desses
danos não seja possível. Já a proteína codificada pelo gene BAX, é uma importante
mediadora da apoptose por promover o aumento da permeabilidade das membranas da
mitocôndria, permitindo a liberação do citocromo C e conseqüente ativação de
caspases efetoras, que levarão à morte celular. Este estudo reuniu um total de 238
pacientes e 358 controles. A maioria dos pacientes foi recrutada em Campo Grande,
MS. As tipagens foram realizadas através das técnicas PCR-RFLP ou PCR-SSOP. Não
foram encontradas associações entre PF e os SNPs FAS –1377(G,A) e –670(G,A),
TP53 12139(G,C) e BAX –248(G,A). As freqüências alélicas dos SNPs analisados
neste estudo foram: BAX -248*A 6,4% e 8,9%; TP53 12139*C 30,7% e 38,0%, em
euro e afro-brasileiros, respectivamente. Para o gene FAS foi analisado apenas o
subgrupo de euro-brasileiros e as freqüências alélicas foram: FAS -1377*A 9,9% e
FAS -670*A 44,9%. Foram realizadas análises de interação entre os SNPs dos genes
BAX, FAS e TP53 e também de cada um desses com os SNPs IL4 -590 e IL6 –174,
além de HLA-DRB1, para os quais já haviam sido encontradas associações positivas ou
negativas, em estudos realizados anteriormente por nosso grupo. As diferenças
significantes entre pacientes e controles deveram-se, exclusivamente, às associações
com variantes dos genes IL4, IL6 e HLA-DRB1, estando em concordância com os
resultados obtidos nos estudos anteriores. Por fim, os resultados deste estudo levam nos a concluir que as variantes genéticas analisadas não alteram a funcionalidade dos
produtos gênicos de forma a interferir no curso da doença

Pênfigo foliáceo endêmico (PFE) é uma doença autoimune caracterizada por
bolhas e erosões na pele, provocadas por auto-anticorpos patogênicos com 2
especificidade para moléculas componentes da epiderme. Apesar de possuir ocorrência
mundial, é encontrada em maior freqüência na América do Sul. Possui alta prevalência
em várias áreas rurais do Brasil, onde casos familiares são mais freqüentes. Acomete
principalmente adultos jovens e crianças. O PFE é uma doença de causa ainda
desconhecida. Sabe-se que vários fatores estão envolvidos na sua patogênese, entre
eles fatores ambientais e genéticos.

Pênfigo foliáceo (PF) é uma dermatose bolhosa autoimune, caracterizada pela
presença de autoanticorpos antiepidérmicos que reconhecem uma glicoproteína
componente do desmossoma conhecida como Dsg1 (JONES e cols., 1984). Sua causa
é ainda desconhecida, sendo encontrado na forma esporádica ou endêmica. A primeira
ocorre na América do Norte, Europa e em áreas não endêmicas da América do Sul. Na
França, a incidência de casos é 1-2 x 10-6 casos por ano, sendo 80% destes pênfigo
vulgar. A proporção sexual de mulheres/homens afetados é 2:1 (BASTUJI-GARIN e
cols., 1995). A forma endêmica é encontrada principalmente na América Latina (Brasil
e Colômbia) e na Tunísia, e aparentemente difere da forma esporádica apenas pelas
suas características epidemiológicas. É interessante notar que as características
epidemiológicas da forma endêmica diferem, entre regiões. Na Tunísia a incidência é
6-7 x 10-6 casos por ano, dos quais 61% são PF. A proporção sexual de
mulheres:homens afetados é 4:1. A incidência de casos entre mulheres de 20-34 anos é
20 x 10-6 / ano (BASTUJI-GARIN e cols., 1995). No Brasil, atualmente, a incidência
de casos é cerca de 25-35 x 10-6 / ano, com proporção sexual de 1:1 (DIAZ e cols.,
1989a).
 As formas esporádica e endêmica possuem características clínicas,
histológicas e imunológicas semelhantes. Devido a maior ocorrência de PF na América
do Sul e, sobretudo, no Brasil, durante um certo tempo essa doença foi conhecida
como pênfigo foliáceo sul-americano e pênfigo foliáceo brasileiro. A partir do final da
década de 1980, a doença passou a ser chamada de pênfigo foliáceo endêmico (PFE).
Essa designação reflete com mais precisão sua principal característica diferencial – a
endemicidade (CAMPBELL e cols., 2001). Assim, o PFE é a única doença, das 9
conhecidas atualmente, que possui característica autoimune e, ao mesmo tempo,
endêmica.
Também conhecido como fogo selvagem (FS), no Brasil, o PFE é endêmico
em certos estados do Brasil como Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas
Gerais, São Paulo e Paraná, onde mais de 15.000 casos foram registrados até 1982
(DIAZ e cols., 1989a). O primeiro caso documentado de FS no Brasil foi citado por
Aranha Campos. Ele descreveu dois casos de FS que apareceram no interior de São
Paulo na região de Franca na segunda metade do século 19 (HANS-FILHO e cols.,
1999). Com o aumento significativo do número de casos de FS, pacientes não tinham
onde serem hospitalizados. Foram construídos hospitais especializados que se
dedicavam ao estudo e tratamento da doença, nos estados que apresentavam maior
número de pacientes. O primeiro, Hospital Adhemar de Barros, foi inaugurado em
1940. Localizado em São Paulo (SP), dedicava-se especialmente a tratar e reabilitar
pacientes, além de se dedicar à pesquisa da doença. Depois, foi criado o Hospital do
Pênfigo de Goiânia (GO) em 1952, seguido pelo Hospital Adventista do Pênfigo em
Campo Grande (MS) (LOMBARDI e cols., 1992). Este último é o único centro de
referência para o tratamento da doença atualmente, atendendo pacientes de vários
estados brasileiros e de países vizinhos. Os demais hospitais expandiram suas funções
com a diminuição da endemia a partir da década de 70.
O pênfigo foliáceo ocorre em regiões com altitude entre 500 a 800 metros,
sendo extremamente raro nas regiões abaixo de 400 metros ou acima de 1000 metros
(LOMBARDI e cols., 1992). Foi observado que a forma endêmica acomete
principalmente adultos jovens e crianças, de qualquer etnia ou sexo, que vivam ou
trabalhem em áreas rurais endêmicas do Brasil e principalmente, próximas a rios
(CAMPBELL e cols., 2001).
Foi observada prevalência particularmente elevada em algumas tribos
indígenas brasileiras, tais como Xavantes, Terenas, Kadiwéo, entre outras. MORAES e
cols. (1997) encontraram 2,62% de prevalência da doença em uma tribo de índios
Terena no Mato Grosso do Sul. Em Xavantes a prevalência é de 1,4% (HANS-FILHO
e cols., 1996). Estes pacientes indígenas possuíam perfil semelhante ao de outros focos 10
endêmicos, tais como habitações humildes e rústicas, e poucos recursos sócioeconômicos. Porém este quadro encontrava-se agravado pelas características de vida
dos índios, que necessitam do campo para sua subsistência, estando bastante expostos
à incidência de raios ultravioleta (CAMPBELL e cols., 2001).
A partir da segunda metade da década de 1970, ocorreu redução da endemia,
que praticamente desapareceu em focos importantes, como São Paulo e norte do
Paraná. Na região Centro-Oeste ocorreu estabilização em níveis bem menos
significativos. Iniciou-se a fase de declínio da endemia e estabilização de focos que se
estende até hoje. CHIOSSI e cols. (2001) realizaram um levantamento do número de
casos de PFE ocorridos entre 1973 e 1998 na região noroeste do estado de São Paulo, e
verificaram que a incidência da doença é de 9,4 casos por ano, sendo 46,9% dos
indivíduos afetados residentes em áreas rurais. Assim, a história epidemiológica do FS
mostra ascensão seguida de queda da endemia, que segue trajetória coincidente com o
desbravamento e ocupação de regiões do território brasileiro (CAMPBELL e cols.,
2001).
2.4.2 Etiologia
Sua endemicidade tem gerado suspeitas de que algum fator ambiental esteja
contribuindo para a patogênese da doença. As atenções se voltaram para a presença de
mosquitos “borrachudos” nos focos da doença. Estes insetos hematófagos,
pertencentes a família Simuliidae, vêm promovendo discussões desde a década de 40,
de que o fator desencadeante do pênfigo possa ser um vírus ou alguma substancia
salivar do animal, transmitida durante a picada (DIAZ e cols., 1989b; LOMBARDI e
cols., 1992). Um estudo caso-controle epidemiológico comparou um grupo de 52
pacientes com FS com um outro grupo de 52 pacientes portadores de outras
dermatoses, e através de questionários, foi realizado um levantamento dos fatores de
riscos ambientais aos quais estes pacientes foram expostos durante um período de
cinco anos. O único fator de risco que apresentou OR estatisticamente diferente de um
foi a picada de simulídeos (OR= 4,7; P< 0,001) (LOMBARDI e cols., 1992). Um 11
levantamento realizado em 1998, na reserva de Limão Verde (MS) e áreas vizinhas,
caracterizou a distribuição de nove espécies de Simulium em regiões que possuem ou
não focos da doença. Apenas a espécie Simulium nigrimanum apresenta habitat
coincidente com as áreas endêmicas, estando em maior abundância quando comparada
com as outras espécies residentes nessas mesmas áreas (EATON e cols., 1998).
Outros aspectos exógenos, tais como fatores nutricionais e ambientais
propriamente ditos podem estar contribuindo para a etiologia da doença. Foi proposto
que o grupo tiol, presente em alimentos e na água, poderia ser um dos fatores
desencadeante do pênfigo (BRENNER e WOLF, 1994 ; apud PAVONI, 2000). O tiol
pode ser encontrado em alimentos tais como o alho, a cebola e o alho-poró. O fenol,
presente em alimentos como a manga, a castanha de caju, a mandioca e o guaraná,
também foi apontado por TUR e BRENNER (1997, 1998) como candidato a contribuir
para a indução do pênfigo. A análise da água consumida nas regiões endêmicas
indicou a presença de taninos (polifenóis). Quando ocorrem cheias, o tanino das
regiões ribeirinhas estaria sendo lixiviado. BRENNER (1999) propôs que a exposição
combinada a todos esses agentes poderia estar influenciando na indução à doença.
Além das variáveis ambientais descritas acima, vários outros fatores podem
estar envolvidos na patogênese da doença. Nem todos os indivíduos de uma região
endêmica desenvolvem o pênfigo foliáceo, levantando-se a hipótese de que a doença
possa estar relacionada a uma combinação de fatores incomuns, que ainda podem estar
ocorrendo em baixa freqüência no meio. Sugere-se a existência de fatores endógenos,
inclusive genéticos. Sabe-se que o genótipo é importante na susceptibilidade à maioria
das doenças autoimunes. No caso de pênfigo, verifica-se isso através da alta freqüência
de casos da doença entre indivíduos da mesma família que apresentem vínculo
genético entre si.
O FS é provocado por auto-anticorpos específicos para a epiderme,
responsáveis pelo fenômeno de acantólise. No pênfigo foliáceo, a acantólise ocorre nas
células epidérmicas mais superficiais (camada subcórnea), com o envolvimento raro
de mucosas (COUNTER, 1959). A acantólise implica a dissolução ou lise das junções
intercelulares do epitélio escamoso. As células epiteliais, sem as junções que as 12
mantinham unidas, perdem sua forma poliédrica, tornando-se arredondadas. O espaço
formado entre as células provoca a formação de bolhas intraepidérmicas.
O soro de pacientes com pênfigo foliáceo contém auto-anticorpos do tipo
imunoglobulina G (IgG). Podem ser detectados no soro pela técnica da
imunofluorescência indireta (IFI), e seus níveis correlacionam-se com a extensão e
atividade da doença. Estes auto-anticorpos do FS reagem contra uma glicoproteína de
superfície, sintetizada pelos queratinócitos, denominada desmogleína 1 (Dsg1). Esta é
uma glicoproteína transmembrânica, com uma região intracelular e outra extracelular
(Figura 1). Pertence à família das caderinas, tendo importante função no processo de
adesão celular (CAMPBELL e cols., 2001). Indivíduos doentes perdem a tolerância a
esse antígeno epidérmico.


quarta-feira, 8 de maio de 2013

SÍNDROME DE NAGALI


Síndrome de Nagali: a ausência de impressões digitais








A dificuldade em segurar objetos tais como copos e talheres e de virar páginas, por exemplo, é uma das grandes dificuldades enfrentadas pelos portadores da Síndrome de Nagali. Isso porque eles não possuem digitais, que são aquelas "linhas" que existem nas palmas das mãos e dos pés e é justamente através dessas "linhas" chamadas de dobras cutâneas, que somos identificados como um ser único. Mas e quem não as tem?

Em 2007, cerca de 3 mil pessoas no mundo eram portadoras da Síndrome de Nagali, doença raríssima onde a probabilidade de alguém nascer com ela é de 1 em cada 3 milhões de nascidos. E é justamente por ser tão incomum, que pouco se conhece sobre ela. O que se sabe, é que durante a gestação, o feto apresenta um defeito genético raríssimo que impede a formação das digitais, logo, é impossível que alguém possa adquirir a Síndrome de Nagali, depois de algum tempo. Segundo José Eduardo Márcico, Papiloscopista Policial da Secretaria de Estado da Segurança Pública de São Paulo, com formação em Processamento de Dados pela FATEC, "não podemos confundir Síndrome de Nagali com remoção das digitais por meio físico ou químico."

Há casos, mais comuns, de pessoas que perdem as temporariamente as digitais após algum tempo, mas na maioria dos casos é uma perda parcial ou reversível que acomete algumas pessoas, principalmente quem trabalha com produtos abrasivos, sem usar a devida proteção. Os trabalhadores de colheitas de frutas cítricas e pedreiros, por exemplo, são os casos mais comuns desse tipo. Isso se deve principalmente devido ao sumo produzido nas cascas das frutas cítricas e pela corrosão provocada pelo cimento e/ou cal, usado nos canteiros de obras. Mas nos dois casos, a perda acomete principalmente em quem possui pele fina ou digital "rasa". Isso não significa que ao pegar uma laranja, por exemplo, você corre o risco de ficar sem as suas digitais.

"Algumas doenças não congênitas podem vir a corroer as papilas dérmicas, entretanto se não causarem cicatrizes graves, as digitais poderão voltar da forma original. Portanto, são muitos os fatores que levam a perda "temporária" das digitais, mas que não têm nada a ver com a Síndrome de Nagali." relatou Márcico.

Mas além de tudo o que já foi dito, a síndrome também possui outras implicações, tais como unhas, dentes e cabelos frágeis, que correm um maior risco de caírem espontaneamente além de manchas marrons irregulares pelo corpo, no entanto, tais sintomas não são universais e variam de indivíduo para indivíduo. Não há cura e as chances do surgimento de novas digitais após algum tempo, são quase nulas.

"A identificação do indivíduo geralmente se dá pelos dedos maiores dos pés. Em caso de perda total, é usada a arcada dentária, como ocorre em acidentes graves. Os dispositivos eletrônicos de reconhecimento do formato do rosto e da íris (únicos em cada pessoa) são as alternativas mais viáveis", explica Carlos Roberto Antônio, dermatologista da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, SP.

Infelizmente, os portadores dessa síndrome ainda sofrem com a falta de informação das autoridades e de empresários, principalmente na obtenção de documentos oficiais e nos processos de seleção de empregos. Eles não querem piedade ou tratamento diferenciado. Querem apenas ser reconhecidos como pessoas normais, que não têm digitais, mas possuem muita dignidade e coragem para seguir adiante
.

DIA MUNDIAL DA MUCOPOLISSACARIDOSE


DIA ESTADUAL MIASTENIA GRAVE



segunda-feira, 6 de maio de 2013

Vasculite


POR FAVOR, se juntar à nossa comunidade de vasculite em todo o mundo na sensibilização de vasculite e da Fundação vasculite.
Acreditamos que todos devem saber sobre vasculite!  consciência vasculite é um esforço de base - caracterizada por atividades e eventos de sensibilização em todo o mundo.
Apoiar a consciência Vasculitis!

Lançar uma campanha de conscientização nas mídias sociais. Baixe um dos nossos 2.013 sensibilização cartazes e distribuir via mídias sociais e e-mail para sua família, amigos e colegas de trabalho:   2013 Poster consciência VF  ou  2.013 consciência Vasculitis 5 Coisas para saber e compartilhar Poster
"Like" do Facebook page VF
Distribuir folhetos VF aos escritórios dos seus médicos, farmácias, hospitais, escolas e bibliotecas. Faça o download dos folhetos para as doenças individuais.
Entre em contato com a mídia local (rádio e TV) e pedir para ser entrevistado sobre vasculite. Explicar como ele não é tão raro como raramente diagnosticada, descrever os sintomas, e explicar sobre a importância da pesquisa que está sendo realizada para descobrir a causa (s) de vasculite.
Contacte o município clubes, igrejas, sinagogas ou templos e oferecer para falar com seus membros sobre a sua experiência com vasculite.
Clique aqui para fazer download de um mês da consciência da Vasculitis imprensa .
Coordenar um display informativo VF em uma feira de saúde, festival, loja, ou na escola.
Pergunte ao seu governo local para declarar uma proclamação para o mês da Consciência vasculite.
Enviar uma carta a seus representantes governamentais, pedindo-lhes para suportar mais financiamento do governo da pesquisa vasculite no National Institutes of Health. Visite seus representantes no Congresso quando estão visitando seus distritos natais.
Coordenar um evento de angariação de fundos, ou seja, torneio de golfe, caminhada, partido de comensal, venda de garagem, parte especial do presente da ocasião, etc

Mude o seu Facebook Profile Picture durante o mês de maio para mostrar apoio! Clique aqui para baixar um arquivo. jpg da obra.
Viver Vasculitis Extraordinário!

POR FAVOR, enviar uma diversão, uplifting foto bonita sincero de um dia em maio, quando você está fazendo algo ordinário ou extraordinário! Por favor, forneça três frases inspiradoras otimistas sobre toda a "vida" que vai junto com ter vasculite.
Em 100 palavras ou menos, por favor, responda a seguinte pergunta: O que significa viver com vasculite significa para você? As respostas serão publicadas no site da VF e mídias sociais e compartilhados no boletim. Nós queremos ouvir de todos em nossa comunidade vasculite.
As imagens, perfis e histórias será publicada no site da VF e mídias sociais. Envie suas histórias via e-mail  ou por correio: Fundação vasculite, PO Box 28660, Kansas City, MO 64188-8660.
Grupos de defesa de pacientes
Parceiros da Fundação Vasculitis com grupos de defesa de pacientes em todo o mundo para melhorar a vida das pessoas que vivem com vasculite.

Aliança para Cryoglobulinemia

Aliança para Cryoglobulinemia é uma rede inclusiva de pacientes, cuidadores, familiares, profissionais da área médica e outros apoiadores dedicados à melhoria da qualidade de vida das pessoas com crioglobulinemia. Para mais informações entre em contato com Marianne Vennitti , 609.519.0585 ou Eileen Propp , 925.315.7273.   Visite o site .

Doenças auto-imunes relacionadas Associação Americana (AARDA)

A missão da AARDA é a erradicação de doenças auto-imunes e no alívio do sofrimento eo impacto sócio-econômico de auto-imunidade através de iniciação, fomento e facilitar a colaboração em serviços de pesquisa, educação, defesa e paciente de uma forma eficaz, ético e eficiente.   Visite o site.

Associação de Doença de Behçet americano (ABDA)

A missão da ABDA é prestar apoio e informação às pessoas com Behçet e de suas famílias e educar a comunidade médica sobre a doença. Através da educação, apoio, pesquisa e captação de recursos, a ABDA está trabalhando para encontrar uma cura e promover a consciência ea compreensão de Behçet do.   Visite o site .

Churg Strauss Syndrome Association (CSSA)

O CSSA trabalha para sensibilizar a opinião pública sobre a Síndrome de Churg-Strauss e presta assistência na compreensão do processo da doença e tratamento. O grupo espera estimular e apoiar a investigação sobre a causa ea cura da CSS.   Visite o site .

Friedrich Wegener Society - FWS (Holanda)

O FWS é a organização e para os pacientes com vasculite primária na Holanda. Além disso, ele oferece suporte para familiares, amigos e conhecidos do paciente e é uma fonte de informações para os interessados.   Visite o site .

Grupo Paciente Vaskulitis Alemão (Alemanha)

A atribuição do Grupo de Apoio Vaskulitis alemão tem sido e será para dar o apoio necessário aos pacientes e seus familiares para que possam lidar com o diagnóstico sério. Intercâmbio entre pessoas afetadas, por exemplo, em grupos regionalmente estabelecidos, é extremamente importante, pois uma vasculite-paciente geralmente será o único entre sua família ou amigos, entre os pacientes do seu médico e, em muitos casos, até mesmo em seu hospital.   Visite o site .

Fundação Kawasaki Disease

A Fundação Kawasaki A doença é parceria dos pais, pacientes e profissionais dedicados ao avanço questões doença de Kawasaki. A Fundação centra-se na consciência, apoio e pesquisa.   Visite o site.

Organização Nacional de Doenças Raras (NORD)

NORD é dedicada a ajudar os cerca de 30 milhões de americanos com doenças raras, e as organizações que os servem, por meio de programas de educação, defesa, pesquisa e serviços ao paciente.   Visite o site .

A Organização Vasculitis Cryoglobulinemia (CVO)

A missão do CVO é campeão programas de defesa em relação ao cuidado, tratamento, investigação, diagnóstico e uso de cães de serviço para aqueles que sofrem de crioglobulinemia e condições associadas. CVO foi criado para unir os pacientes ea comunidade médica na gestão e chamando a atenção para crioglobulinemia, uma doença sanguínea rara que o fundador / diretor Dr. Diane Dike tem lutado para 23 + anos. Visite o site .

A Fundação Crepúsculo Lauren Currie (LCTF) - Escócia

O LCTF foi criada em outubro de 2010, em memória de Lauren Currie que morreu de vasculite e, especificamente, a condição rara, granulomatose de Wegener (GPA) com a idade de 15. A Fundação está empenhada e focada nos seguintes objetivos: aumentar e manter uma consciência nacional de vasculite, para financiar e produzir material educativo e orientação sobre vasculite, para fornecer subsídios para a pesquisa vasculite.   Visite o site .

A poliarterite nodosa Support Network (PSN)

A Rede de Apoio PAN 2012 (PSN) é uma organização sem fins lucrativos com mais de 700 membros em todo o mundo. Pacientes, cuidadores, médicos, especialistas de pesquisa oferecer educação inestimável e apoio através de uma lista de discussão, chat ao vivo as sessões e outros recursos da web.   Visite o site .

A Fundação Vasculitis Ricardo Lee (Jamaica)

A fundação foi criada em memória de Ricardo, que faleceu aos 32 anos de complicações decorrentes de vasculite. A fundação organiza eventos de sensibilização e angariação de fundos para aumentar a compreensão de vasculite na Jamaica. Para mais informações envie um email Olive Creary .

Vasculite Foundation Canadá

Vasculite Foundation Canadá é um sem fins lucrativos Corporação canadense. Ela evoluiu em 2008 de granulomatose de Wegener Grupo de Apoio do Canadá, que foi criada em 1998. Este grupo é formado por pacientes, familiares e cuidadores para 15 vasculites. Nosso objetivo principal de apoio ao paciente estende avenidas, como a educação ea pesquisa. Status de associação dupla com a Fundação Vasculitis dá a todos um fórum aberto de informação em todo o mundo e médicos especialistas. Nosso site dá uma visão geral da atividade do grupo e informações de contato.   Visite o site .

Vasculite Reino Unido

Anteriormente o Stuart Estranho Vasculitis Trust, a associação Vasculitis Reino Unido consiste de uma rede nacional de grupos de apoio, ajudando a confiança para alcançar seus objetivos, oferecendo apoio aos sofredores, suas famílias e amigos em casa e no exterior.   Visite o site .

Wegener Infos Et Autres Vascularites (França)

Nous avons Organizar une trentaine de reuniões publiques d'informações sur soe enfermidades rares, dans les mergulhadores Centros Hospitaliers de France, qui ont Reuni ambiente 2,000 auditeurs. Intervenants tous les membres du Specialistes GFEV (Groupe Français d'Etudes des Vascularites) furent au nombre de 52. Nous avons pu compter sur l'aide très précieuse de 42 mídias (Presse Ecrite, televisores, rádios ...) Que nous remercions très sincèrement. Visitez leur sítio web.

West Country Support Group (Inglaterra)

Para mais informações sobre o Grupo de Apoio ao País Ocidente entre em contato com  Charlotte Stoner .

SEMINÁRIO OSTEOGÊNESE IMPERFECTA - 11/05/2013



sábado, 4 de maio de 2013

LÚPUS , ESPONDILITE ANQUILOSANTE E FIBROMIALGIA


Dia Mundial da Hipertensão Pulmonar

""  O Coordenador do Voluntariado Marcos Teixeira esteve presente hoje na celebração do Dia Mundial da Hipertensão Pulmonar na cidade de São Paulo , Evento realizado pela  ABRAF e Sociedade Latina de Hipertensão Pulmonar  coma Presença da Sra Maria do Rosario Costa Mauger Presidente da ABRAPES e palestras de  diversas autoridades do Brasil e Exterior   , na  oportunidade pode divulgar o trabalho realizado pela AFAG , Conselho estadual da Pessoa com Deficiência Nucleo I e do Blog  estudandoras e convidar  os presentes para o Dia Estadual da Esclerodermia que se realizara em 29 de junho na Assembleia Legislativa , uma lei aprovada  e de autoria da Deputada Vanessa Damo 









sexta-feira, 3 de maio de 2013

VI SIMPÓSIO DE SÍNDROME PÓS POLIO

O saudezen esteve no VI Simpósio de Síndrome Pós Poliomielite nesta sexta 03/05/2013 , na Unifesp representando o GEDR o Blog estudandoraras, Núcleo I do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiencia e AFAG que distribuiu cartilha dos direitos dos pacientes a tod








os

Linfangiomatose Pulmonar


Linfangectasia, pulmonar congênita; CPL

Títulos Alternativos; Simbolos
Linfangiomatose Pulmonar
PULMONAR CYSTIC Linfangiectasia

TEXTO
Frank e Piper (1959)descreveu Duas children Localidade: Não relacionadas pt Linfangiectasia cística pulmonar congênita. Um. Deles FOI Morto EO OUTRO viveu apenas cerca de 2 Horas. Em hum Paciente havia lesões semelhantes no Coração, pâncreas, Rins, e mesentério.Scott-Emuakpor et ai. (1981)descreveu a Doença los Duas Irmãs Que mostraram Angústia Respiratória Aguda logotipo apos o nascimento e Morreu sem PERÍODO neonatal. Alterações nd Autopsia FORAM LIMITADA AOS pulmões. Moerman et ai. (1993)relataram 7 Casos de autópsias perinatais de Linfangiectasia pulmonar congénito primário com quilotórax bilateral . ELES demonstraram Que a CPL primário E muitas Vezes Complicada POR derrame pleural com quiloso uma consequente hipoplasia pulmonar. Inversamente, a CPL parece serviços UMA Constante patológica encontrar los QT Espontânea congênita. ESTAS OBSERVAÇÕES indicaram UMA Patogênese Comum parágrafo como Duas Doenças. Os Autores sugerem Que o Defeito básico Localidade: Não Era Uma anormalidade pulmonar intrínseca, mas hum Erro de Desenvolvimento do Sistema linfático, resultando los UMA Sequência de Obstrução Linfática pulmonar. Moerman et ai. (1993)concluíram Que a Causa da CPL heterogéneo E. Uma maioria dos Casos São aparentemente Ocorrencias esporadicas. ELES relataram a Segunda Instância da CPL na SIBS.ASSIM, alguns Casos São geneticamente determinada, de Herança autossômica recessiva. CPL also PODE Ser Parte de hum Anomalias congénitas multiplas (ACM) síndrome, Como a síndrome de Noonan ( 163,950 ) , síndrome de Turner e síndrome de Down. Njolstad et al. (1998) relataram Três Irmãos com hidropisia fetal Nao ( 236,750 ), Dois dos cais Quais d'Orsay tinham Evidência histológico de congênita pulmonar lymphangiectasia. Uma Criança Morreu EAo Nove Horas e Outro Morreu sem útero. Resultados pós-morte subcutáneo incluíram edema, ascite, hidrotórax e derrames pleurais. Uma Criança sobrevivente Teve Infecções das Vias Aéreas Superiores Freqüentes com simultaneamente Aumentar edema nn Braços e sem Rosto. Ela Teve hum Desenvolvimento normais Neurológica. Njolstad et al. (1998) concluíram Que OS hidropisia fetal Localidade: Não era Secundário parágrafo lymphangiectasia pulmonar Primária, e sugeriu UMA Causa genética subjacente uma ESSA Família. Jacquemont et al. (2000) relataram Três Irmãos Franceses e UMA Menina Localidade: Não relacionado com a CPL. Hidropisia fetal Localidade: Não FOI observada los Três patients , os e los fatais FOI UM. To Us Link Achados pré-NATAÏS Variável incluida polidrâmnio e quilotórax. Como principais Características Clínicas FORAM facial e edema de Membros INFERIORES, linfangite episódica, e derrames pleurais. Um paciente do also Teve quilotórax bilateral. Conforme radiografias de Tórax mostrou derrame Crônicas pleurais, pachypleuritis, mensagens, como marcações intersticiais. biopsia pulmonar de hum Paciente mostrou Sinais de broncodisplasia e Vasos linfáticos ectasia. Otras Características Comuns incluíram leve retardo do Crescimento, hipertelorismo, edema palpebral, ponte nasal achatada, desmineralização óssea difusa, e Inteligência normal. Embora o Diagnóstico histológico de lymphangiectasia pulmonar havia Sido observado PORNjolstad et al. (1998) a serviços incerto, Jacquemont et ai. (2000) indicou Opaco QT, efusões pleurais crónicas, e espessamento da membrana pleural FORAM Consistentes com linfangectasia pulmonar, especialmente na Presença de Achados cardíacos Normais. Jacquemont et ai. (2000) Notou a Semelhança com síndrome Hennekam ( 235,510 ), mas concluiu Que OS SEUS Casos e OS Casos relatados POR Njolstad et al. (1998) representado Entidade nosológica Distinta. Stevenson et al. (2006) relataram Dois Irmãos com hidropisia congénitas Localidade: Não imunes, derrame pleural e quilotórax. Uma sib tinha Confirmado histologicamente pulmonar lymphangiectasia. Os Dois Irmãos morreram sem PERÍODO neonatal. Stevenson et al. (2006) sugeriram Que a Drenagem Linfática desordenada FOI o Defeito básico Que conduz a UMA Condição Secundária da CPL.
Referencias
1.  Frank, J., Piper, PG Linfangiectasia congênita pulmonar cística. JAMA 171: 1094-1,098, de 1959.
    
2.  Jacquemont, S., Barbarot, S., Boceno, M., Stalder, JF, David, A. Familial lymphangectasia (sic), hidropisia pulmonares congénitas Não-imunes fetal, facial e linfedema dos Membros INFERIORES:. Confirmação não Relatório não Njolstad Am. J. Med. Chem. . Chem Genet. 93:. 264-268, 2000 [PubMed: 10946350 , citações relacionadas ] [Texto completo: John Wiley & Sons, Inc. ]
    
3.  Moerman, P., Vandenberghe, K., Devlieger, H., Van Hole, C., Fryns, J.-P., Lauweryns, JM Linfangiectasia pulmonar congênita com quilotórax:. UMA linfático Navio anormalidade heterogéneo Am. J. Med. Chem. Chem. Genet. 47:. 54-58, 1993 [PubMed: 8368253 , citações relacionadas ]
    
4.  Njolstad, PR, Reigstad, H., Westby, J., Espeland, A. Familial hidropisia Não-imunes lymphangiectasia. pulmonar fetal congênita e Europ. J. Pediat. 157:. 498-501, 1998[PubMed: 9667408 , citações relacionadas ] [Texto Completo: Springer ]
    
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6.  Stevenson, DA, Pysher, TJ, Ward, RM, Carey, JC Familial hidropisia congénitas Não-imunes, QT e pulmonar lymphangiectasia. PM. J. Med. Chem. . Chem . Genet : 140A.368-372, 2006 [PubMed: 16419129 , IMAGENS , citações relacionadas ] [Texto completo: John Wiley & Sons, Inc. ]