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terça-feira, 12 de março de 2013
DEFICIT DE GENETICISTA
País tem deficit de 1.800 geneticistas, aponta levantamento
GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO
DE SÃO PAULO
Ter uma doença rara no Brasil significa perambular durante muito tempo para conseguir um diagnóstico preciso e, quando ele finalmente é obtido, ter dificuldades de acesso ao tratamento.
A constatação é de um levantamento da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), lançado hoje em São Paulo e que reuniu, por mais de dois anos, material sobre a questão no Brasil e no mundo.
As doenças raras atingem cerca de 6 pessoas a cada 10 mil. Quase 80% dessas moléstias têm origem genética.
Estima-se que haja 13 milhões de brasileiros com alguma das cerca de 7.000 doenças raras existentes --75% delas se manifestam antes dos cinco anos.Como já era esperado de um documento feito pelas farmacêuticas, uma das principais questões é o acesso aos medicamentos.
| Editoria de arte/Folhapress |
A maioria dos remédios que combatem a evolução de doenças raras são específicos, de alto custo e sem tratamento similar. São as chamadas drogas órfãs. Apesar dessas características, elas enfrentam os mesmos critérios de avaliação das drogas que tratam doenças coletivas para serem incorporadas ao SUS (Sistema Único de Saúde). Ou seja, precisam apresentar comparação de custo-efetividade que, na maioria dos casos, é inviável.
"Pelas próprias características dessas doenças, elas não se encaixam nessas comparações. Como são raras, os testes clínicos não têm a quantidade mínima de participantes envolvidos, ou não existe droga similar para comparar resultados", explica Maria José Delgado, diretora de Inovação e Responsabilidade Social da Interfarma.
Além disso, para entrarem no SUS, essas drogas precisam constar nos protocolos clínicos do Ministério da Saúde. Hoje, existem 26 deles ligados a doenças raras. A maioria, porém, não incorpora os medicamentos órfãos.
Dos 18 protocolos de atendimento a esses problemas realizados sob a política de doenças raras, só um prevê a oferta de uma droga modificadora da doença, o de doença de Gaucher. Os demais incluem drogas convencionais que amenizam os sintomas.
Hoje há 14 drogas aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para doenças raras e que não foram incorporadas à rede pública, levando os pacientes a batalhas judiciais.
As famílias vão à Justiça e conseguem receber gratuitamente os medicamentos. Mas, além de ser um processo caro e trabalhoso, muitas vezes as decisões são temporárias. O tratamento fica garantido por alguns meses e, depois, é preciso reiniciar o processo.
"Sem uma política de atenção integrada, pensada para preencher essas questões, acaba-se deixando tudo isso nas mãos dos juízes, que precisam tomar decisões sobre tratamentos de alta complexidade", diz Antônio Britto, presidente da Interfarma.
DIAGNÓSTICO
Para conseguir o diagnóstico de suas doenças, boa parte dos pacientes enfrenta uma verdadeira peregrinação, que pode durar anos.
A demora, segundo o relatório, se deve a vários fatores, com destaque para a escassez de geneticistas e a concentração dos centros de referência no Sul e Sudeste.
Cerca de 80% das doenças raras são de origem genética. No Brasil, existem hoje pouco mais de 200 geneticistas, o equivalente a um por 1,25 milhão de brasileiros. A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda que haja um geneticista para cada 100 mil habitantes. Segundo a conta da Interfarma, baseada na estimativa da OMS, faltam 1.800 geneticistas.
O relatório pede a criação de uma Política Nacional para Doenças Raras, integrando os centros estaduais e oferecendo diretrizes e regras mais claras para o tratamento dessas doenças.
O impacto financeiro disso, num primeiro momento, seria de R$ 300 milhões.
Helvécio Magalhães, secretário de atenção à saúde do Ministério da Saúde, reconhece que o diagnóstico e a incorporação de drogas órfãs no SUS têm problemas, mas diz que o governo está trabalhando para solucioná-los.
As mudanças de critério para a incorporação no SUS estão em estudo, e ele diz que há planos de expandir os centros de referência para outros Estados. Não há, no entanto, prazos para que isso aconteça.
"Não temos preconceito para incorporar [as drogas órfãs], mas há um rito, uma lei. Nem sempre o desejo de um paciente e da própria indústria tem validade científica. Temos muita responsabilidade ao incorporar esses medicamentos", afirmou.
Mas, enquanto o governo pede paciência para elaborar com cuidado as medicas em relação a isso, as famílias de pacientes cobram urgência.
"Os tratamentos para essas doenças são caríssimos. É inviável para qualquer família, de qualquer classe social. Quem pode pagar R$ 40 mil por mês por medicação?", diz Regina Próspero, presidente da Associação Paulista dos Familiares e Amigos dos Portadores de Mucopolissacaridoses.
Mãe de dois filhos com o problema, Regina viu um dos meninos não resistir à doença, pois na época, não havia tratamento. Na Justiça, ela conseguiu tratamento para o mais novo, e agora orienta familiares de outros pacientes, inclusive com outras doenças raras.
"Consegui na Justiça a medicação para o mais novo. E eu vi os benefícios que o tratamento certo trouxe para ele. Ele recuperou parte da audição e não é mais cadeirante."
DOENÇAS RARAS BRASIL
Brasil tem 13 milhões de pessoas com
doenças raras, diz pesquisa
Levantamento diz que ausência de política nacional dificulta acesso a medicamentos e tratamento.
Da BBC
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diagnosticadas (Foto: Getty Images/BBC)
Há estimados 13 milhões de pessoas com doenças raras no Brasil, número superior à população da cidade de São Paulo, informa uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (11) pela Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), em um seminário sobre o tema, realizado na capital paulista.
O estudo diz ainda que, diante da falta de uma política nacional para lidar com esse tipo de doença - cujo conceito, ainda que não seja unânime, é de doenças que atinjam uma parcela pequena da população -, as pessoas afetadas muitas vezes têm dificuldades em obter o tratamento adequado ou precisam recorrer à Justiça para ter acesso a medicamentos.
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Entre as doenças raras estão males como a esclerose lateral amiotrófica (doença degenerativa dos neurônios motores), o hipotireoidismo congênito, a Doença de Pompe (mal genético que causa hipertrofia cardíaca na infância), a fibrose cística do pâncreas ou do pulmão e até mesmo a doença celíaca (intolerância ao glúten).
Estima-se que haja 7 mil doenças raras diagnosticadas, sendo 80% delas de origem genética. Outras se desenvolvem como infecções bacterianas e virais, alergias, ou têm causas degenerativas. A maioria (75%) se manifesta ainda na infância dos pacientes.
"Se individualmente atingem um número restrito de pessoas, em conjunto elas afetam uma parcela considerável da população mundial - entre 6% e 8%, ou 420 milhões a 560 milhões de pessoas", diz o levantamento.
"O desafio é considerável, levando-se em conta que 95% das doenças raras não possuem tratamento e dependem de uma rede de cuidados paliativos que garantam ou melhorem a qualidade de vida dos pacientes."
'Barreiras'
No Brasil, pacientes com doenças raras enfrentam "diversas barreiras" para conseguir tratamento especializado e medicamentos, afirma a Interfarma. Como não existe uma política integrada de tratamento desses males, o atendimento ocorre de forma "fragmentada", na opinião da associação.
No Brasil, pacientes com doenças raras enfrentam "diversas barreiras" para conseguir tratamento especializado e medicamentos, afirma a Interfarma. Como não existe uma política integrada de tratamento desses males, o atendimento ocorre de forma "fragmentada", na opinião da associação.
Dados do Ministério da Saúde citados pelo estudo apontam que há 26 protocolos clínicos para doenças raras no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde) - esses protocolos são a "porta de entrada" para a assistência para doenças raras na saúde pública.
O ministério contabiliza 45 medicamentos, tratamentos cirúrgicos e clínicos para doenças raras, 70 mil consultas realizadas e mais de 560 procedimentos laboratoriais para tratamento e diagnóstico, a custos de mais de R$ 4 milhões por ano.
Mas, segundo a Interfarma, além de algumas doenças não estarem inseridas em nenhum protocolo, apenas um dos 18 protocolos (o da doença de Gaucher, mal em que restos de células envelhecidas se acumulam sobre órgãos como fígado, baço e medula óssea), prevê o uso de "drogas órfãs", que são medicamentos específicos para doenças raras ou negligenciadas.
Com isso, muitos pacientes do SUS acabam tendo acesso apenas a medicamentos paliativos, "que amenizam os sintomas das doenças, mas não interferem em sua evolução".
O estudo contabiliza 14 doenças raras que têm medicamentos órfãos já registrados na Anvisa (agência de vigilância sanitária) e comercializados no país, mas não disponíveis no SUS. Muitos pacientes recorrem então à Justiça, numa espécie de 'corrida de obstáculos' para obter o tratamento adequado.
Segundo o estudo, "o fato de o Brasil não possuir uma política oficial específica para doenças raras não significa, porém, que os pacientes não recebam cuidados e tratamento. Os medicamentos acabam chegando até eles, na maioria por via judicial. E o SUS, de uma maneira ou de outra, atende essas pessoas - porém, de forma fragmentada, sem planejamento, com grande desperdício de recursos públicos e prejuízo para os pacientes".
Outro problema é o déficit de geneticistas para desenvolver pesquisas a respeito e o fato de a maior parte dos centros de estudo de doenças raras se concentrarem apenas nas áreas mais ricas do Brasil.
Nos cálculos do estudo, faltam ao país 1,8 mil geneticistas.
"Faltam pesquisas e informações sobre essas doenças; os profissionais da área carecem de treinamento e capacitação - o que compromete ou retarda o diagnóstico - e, muitas vezes, o próprio sistema de saúde não oferece meios para que seja realizado a tempo."
segunda-feira, 11 de março de 2013
Blackfan-Diamond anemia (DBA)
Blackfan-Diamond anemia (DBA) é um aregenerative congênito e anemia macrocítica, muitas vezes com eritroblastopenia. A incidência anual na população em geral da Europa é estimado em cerca de 1/150, 000. Ambos os sexos são igualmente afetados e nenhuma predisposição étnica foi identificado. A anemia é descoberta cedo na vida, geralmente nos primeiros dois anos, o diagnóstico depois de 4 anos de idade, é muito improvável. Palidez e dispnéia, principalmente durante a alimentação ou enquanto sucção, são os principais sinais de alerta. Palidez está isolada, sem organomegalias, sinais sugestivos de hemólise ou envolvimento de outras linhas de células hematopoiéticas. Mais da metade de todos os pacientes DBA apresentam baixa estatura e anomalias congênitas, sendo as mais freqüentes craniofacial (síndrome de Pierre-Robin e fenda palatina), polegar e anomalias urogenitais. Gestações em DBA mulheres afetadas são agora identificados como de alto risco, tanto para a mãe ea criança.DBA pacientes também podem estar em maior risco de leucemia e câncer. DBA é herdada como um traço autossômico dominante com penetrância variável. No presente, as mutações causadoras de doenças são identificados em 40-45% dos pacientes. Todo o código genes envolvidos para proteínas ribossomais (RPS) de qualquer tipo pequeno ( RPS7 , RPS17 , RPS19 , RPS24 ) ou grande ( rpL5 , RPL11, RPL35a subunidade) ribossomal. Mutações em RPS19 , rpL5 e RPL11 são encontrados em 25%, 9% e 6,5% dos doentes, respectivamente, ao passo que os outros genes estão envolvidos em cada apenas 1-3% dos casos. A única correlação genótipo / fenótipo clara feita até agora é a freqüente ocorrência de anomalias craniofaciais em rpL5 e RPL11 portadores da mutação e da raridade dessas anomalias em RPS19 portadores da mutação. Em uma criança com anemia e eritroblastopenia, o diagnóstico pode ser suportado por uma história familiar (10-20% dos casos), malformações associadas (40% dos casos), e adenosina desaminase eritrocitária elevada (EAD), o que é frequente, mas não específica sinal de que também podem ser elevados em parentes na ausência de sintomas de DBA outros. Detecção de uma mutação causadora da doença é de valor diagnóstico. O diagnóstico diferencial deve incluir eritroblastopenia transiente (ver este termo), crônica infecção parvovírus B19, e outras anemias congênitas. Aconselhamento genético e diagnóstico pré-natal são difíceis devido à variabilidade de expressão clínica e ao facto de apenas 40-45% dos pacientes têm uma mutação num gene identificado dentro RP. Nos casos familiares, o risco de recorrência é de 50%. Ultrassom acompanhamento de perto durante a gravidez é recomendado em todos os casos. As duas principais abordagens terapêuticas são transfusões regulares e terapia a longo prazo com corticosteróides. O tratamento deve ser adaptado a cada caso, e de acordo com a idade do paciente. Os esteróides não deve ser administrada durante o primeiro ano de vida. A baixa estatura, ocorrendo tanto como parte da síndrome e, devido a complicações relacionadas ao tratamento (esteróides, hemocromatose), é uma questão importante para esses pacientes. O transplante de medula óssea alogénico, devem ser discutidas em pacientes corticoresistant quando um sib afectados e com HLA idêntico é disponível. O prognóstico é geralmente bom. No entanto, as complicações do tratamento e uma maior incidência de cancro pode reduzir a expectativa de vida. A gravidade da doença depende da qualidade e da resposta ao tratamento. Para pacientes submetidos a transfusões regulares, qualidade de vida é claramente alterado.
Revisor especialista (s)
- Dr. Thierry LEBLANC
Monossomia síndrome 22q13 (supressão 22q13.3 síndrome de Phelan-McDermid
Monossomia síndrome 22q13 (supressão 22q13.3 síndrome de Phelan-McDermid ou síndrome) é uma síndrome de microdeleção cromossômica caracterizada por hipotonia neonatal, atraso no desenvolvimento global, normal para um crescimento acelerado, ausente ao discurso severamente atrasado, e dismórficos menores. Devido à falta de reconhecimento clínico e testes de laboratório, muitas vezes insuficiente, a síndrome é diagnosticada e sua verdadeira incidência é desconhecida. A eliminação ocorre com igual frequência em homens e mulheres e tem sido relatada em formas de mosaico e não-mosaico. Comuns características físicas incluem olho longos cílios, orelhas grandes ou incomuns, mãos relativamente grandes, unhas displásicas, sobrancelha cheia, dolicocefalia, bochechas cheias, nariz bulboso, e queixo pontudo. Comportamento é autista-like com diminuição da percepção de dor e habitual mastigar ou boca. A perda de 22q13.3 pode resultar de uma eliminação simples, translocação, a formação de anel de cromossoma ou, menos frequentemente, de alterações estruturais que afectam o braço longo do cromossoma 22, especificamente a região que contém o SHANK3 gene. O diagnóstico da síndrome de monossomia 22q13 deve ser considerado em todos os casos de hipotonia de etiologia desconhecida e em indivíduos com fala ausente. Embora a eliminação pode, por vezes, ser detectada por meio de análise de alta resolução cromossoma, de fluorescência in situhibridização (FISH) ou hibridização matriz genómica comparativa (CGH) é recomendado para confirmação. O diagnóstico diferencial inclui síndromes associadas à hipotonia, atraso de desenvolvimento, atraso de fala e / ou autista-like comportamento (síndrome de Prader-Willi, Angelman, Williams, Smith-Magenis, X Frágil, Sotos, FG, síndromes tricorrinofalangiana e velocardiofacial, distúrbios do espectro do autismo e cerebral paralisia; ver esses termos). O aconselhamento genético é recomendado e estudos laboratoriais dos pais devem ser consideradas para identificar e detectar rearranjos crípticos mosaicismo parental. Diagnóstico pré-natal deve ser oferecido para futuras gestações em famílias com rearranjos herdadas. Indivíduos com monossomia 22q13 deve ter exames de rotina pelo médico da atenção primária, bem como avaliações genéticas com encaminhamento a especialistas, se neurológicos, gastrointestinais, renais ou outros problemas sistêmicos são suspeitos. Os indivíduos afetados beneficiar de programas de intervenção precoce, intensas terapias ocupacionais e de comunicação, programas de adaptação de exercício e esporte, e outras terapias para fortalecer seus músculos e aumentar sua capacidade de comunicação. Nenhuma anormalidade aparente com risco de vida orgânicas acompanhar o diagnóstico de monossomia 22q 13.
Revisor especialista (s)
- Dra. Mary C Phelan
Síndrome de deleção 22q11.2, DISTAL
| CROMOSSOMO síndrome de deleção 22q11.2, DISTAL | |||||||||||||||
| Títulos alternativos; símbolos | |||||||||||||||
| DISTAL CROMOSSOMO síndrome de deleção 22q11.2 | |||||||||||||||
| Fenótipo Relacionamentos genes | |||||||||||||||
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| TEXTO | |||||||||||||||
| Um sinal de número (#) é usado com esta entrada por causa de evidências de que a síndrome de deleção 22q11.2 distal parece ser um transtorno recorrente genômica distinta da síndrome de DiGeorge (DGS; 188.400 ) e velocardiofacial (VCFS; 192.430 ). | |||||||||||||||
| Características Clínicas | |||||||||||||||
| Cerca de 97% dos pacientes com DGS / FCR ter ou deleção de um comum recorrentes de cerca de 3 Kb ou uma menor, menos comum, a deleção de 1,5 Kb aninhada ( Carlson et al, 1997. ; . Ben-Shachar et al, 2008 ). Rauch et ai. (1999) relataram uma menina infantil com interrupção do arco aórtico, truncus arteriosus, uma deficiência de células T, e sépsis Pseudomonas aeruginosa.Dismórficos incluído hipoplasia do hálux e dos pés, estenose coanal, retrognatia, e curtos ouvidos quadrados com simples hélices overfolded. Ela morreu no período neonatal após a correção cirúrgica da cardiopatia congênita. A mãe do probando ea irmã tinham anomalias sutis. A mãe teve estrabismo externo, retrognatia, orelhas posteriormente angulados, pescoço largo com linha fina posterior baixa, dedos curtos 5, e um palato ogival. A irmã de 12 anos de idade, mostrou retrognatia leve, fino vermelhão do lábio superior, set-baixo, orelhas posteriormente angulados com hélices overfolded, palato ogival, e hipotonia muscular leve. Tanto a mãe quanto a irmã tinha um histórico de bronquite recorrente, mas as investigações imunológicas eram normais.Ambos também tiveram leves dificuldades de aprendizagem. O irmão eo pai não foram afetados. Imunológica, ecocardiográficos, endócrino, e os estudos pharyngoscopic nos pais e irmãos de o paciente não mostrou alterações. PEIXES análise do probando, mãe e irmã detectado um heterozigoto cromossomo 22q11.2 exclusão que foi distal à região de exclusão comum 3-Mb. Rauch et al. (1999) observaram que a gestalt facial dos indivíduos afetados diferiu daquela observada na DGS e FCR. Rauch et al. (2005) identificou deleções do cromossomo 22q11.2 distais em 3 (5%) de 63 pacientes com características apenas levemente sugestivos de DGS / FCR. Uma das eliminações foi aninhada dentro da região de 3 Mb comum, e este paciente apresentou atraso na fala, hipotonia leve, infecções freqüentes, uma boca pequena, retrognatismo leve, e ptose leve. Ele era de retardo mental leve. Um segundo paciente teve estenose pulmonar valvar, defeitos do septo ventricular, forame oval persistente, e persistência do canal arterial. Sua aparência e desenvolvimento psicomotor foi normal, e investigação apenas muito cuidado divulgados dobrar ampla mínimo da hélice direita e pouco espaçadas mamilos invertidos. Seu pai saudável, que tinha estreitas fendas palpebrais e baixa de orelhas, foi mostrado para realizar a exclusão mesmo. Outro paciente foi encaminhado na idade de 7,5 anos, com diagnóstico de síndrome CHARGE ( 214.800 ), com base bilateral atresia coanal, tag pré-auricular, íris de hipoplasia, Comunicação interventricular pequena, e perda auditiva condutiva. Ela também teve infecções freqüentes, estrabismo, hipermetropia e dificuldades de aprendizagem com uma média de QI normal baixa de 85. A eliminação foi excluído em ambos os pais saudáveis. Usando baseada em array de hibridização genômica comparativa análise (CGH), Ben-Shachar et al. (2008) detectou seis casos não relacionados de deleção 22q11.2 localizados distal à região deleção comum de 3 MB. Outras análises revelaram que os rearranjos tinha agrupado pontos de interrupção e uma deleção de repetição. Parental fluorescência de hibridação in situ (FISH), análises revelaram que nenhum dos progenitores disponíveis tinham a exclusão, indicando eventos de novo. Todos os pacientes apresentaram características faciais dismórficos, incluindo sobrancelhas arqueadas, olhos profundos, um filtro suave, um lábio superior fino, nasi asa hipoplásica, e um queixo pequeno e pontudo. Uma história de prematuridade, retardo no crescimento pré-natal e pós-natal, atraso de desenvolvimento e leves anomalias esqueléticas foi freqüente entre os pacientes. Dois pacientes tiveram uma malformação cardiovascular; uma teve truncus arteriosus e outro tinha válvula aórtica bicúspide. Um único paciente tinha fissura de palato. Ben-Shachar et al. (2008) concluíram que as deleções do cromossomo 22q11.2 distais entre LCR22-4 e LCR22-6, embora compartilhem algumas características com os SGD / FCR, representam um transtorno genômica romance distinta genomicamente e clinicamente a partir dos DGS conhecidos / exclusão FCR síndromes.Tan et al. (2011) relataram 5 alheios pacientes caucasianos com variações no número de cópias que afetam 22q11.2 distal como determinado pela análise de microarray. Estes indivíduos foram verificados por causa de malformações congênitas, atraso de desenvolvimento, ou ambos. Três pacientes tiveram exclusões de 1,1 Mb, 3,2 Mb e 247 kb, respectivamente, e 2 tiveram duplicações de 5,6 Mb e 1,87 Mb, respectivamente. Nenhum dos pontos de parada era a mesma, embora muitos tivessem um ponto de interrupção proximal dentro da sequência de repetição D (4) baixo cópia. Uma das eliminações foi herdado de uma mãe fenotipicamente normal, uma das duplicações foi herdado de um pai normal que tinha uma testa larga e leve inclinação ínfero fendas palpebrais, ea duplicação outro estava presente em outros membros da família fenotipicamente normais. Os fenótipos foram altamente variável. Um paciente com uma deleção teve dextrorotation cardíaca, hérnia diafragmática, e Didelphys uterinas, enquanto outro tinha síndrome de Goldenhar. Um paciente com a duplicação distal com Tetralogia de Fallot eo outro tinha polimicrogiria frontomedial e agenesia calosa. | |||||||||||||||
| REFERÊNCIAS | |||||||||||||||
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