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quinta-feira, 15 de outubro de 2009

MARBURG

Marburg vírus ou simplesmente Marburg é o nome comum para o gênero do vírus Marburgvirus, que contém uma espécie,Marburgvirus Lago Victoria. O vírus causador da doença de Marburg Febre Hemorrágica (MHF), também conhecido comoMarburg vírus da doença. Marburg originou na África Central e Oriental, e infecta os humanos e primatas não-humanos. O vírus de Marburg é da mesma família taxonômica como o Ebola, e ambos são idênticos, embora estruturalmente eliciar anticorposdiferentes.

Sumário

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[Editar]Etimologia

Os gêneros Marburgvirus e Ebolavirus foram originalmente classificados como espécies do gênero agora inexistente Filovirus. Em março de 1998, o Vírus de Vertebrados Subcomissão propôs ao Comitê Internacional de Taxonomia de Vírus (ICTV) para alterar o género Filovirus a família Filovirus com dois gênerosespecíficos:-como o vírus Ebola e Marburg, como vírus. Esta proposta foi implementada em Washington DC, em abril de 2001 e em Paris a partir de julho de 2002.Em 2000, outra proposta foi feita em Washington DC, para alterar o "vírus-like" para "vírus" (por exemplo Ebolavirus, Marburgvirus), além de renomear a única espécie do género Marburgvirus do vírus de Marburg do Lago Victoria Marburgvirus. [1 ]

O item "Marburg" foi nomeado após o local do primeiro foco em 1967 em Marburg, Alemanha.

[Editar]Virologia

[Editar]Estrutura

A estrutura viral é típico de filovírus, com longas threadlike partículas que têm um diâmetro de coerência, mas variam muito em comprimento de uma média de 800 a 14.000 nanômetros (nm), com atividade infecciosa pico em cerca de 790 nm. Virions (partículas virais) contém sete conhecidas proteínas estruturais. Embora quase idêntico ao do vírus Ebola na estrutura, o vírus de Marburg é antigenicamente distintas do vírus Ebola, em outras palavras, provoca anticorpos diferentes nos organismos infectados. Foi o filovirus primeiro a ser identificado.

[Editar]Genoma

Marburg contém uma única molécula linear de sentido negativo, 19100 nucleotídeos de comprimento, single-stranded RNA. [2]

[Editar]reservatório natural

Em setembro de 2007, Nova revista Scientist relatou que o vírus foi encontrado na caverna-moradia morcegos frugívoros Africano no Gabão, a primeira vez que o vírus foi encontrado fora primatas. O vírus também já foi confirmado em morcego em uma mina de Uganda [3], depois de dois mineiros contratados Marburg em agosto de 2007 anticorpos. Ebola (um parente próximo de Marburg) foram encontrados em três espécies de morcegos frugívoros em 2005. Marburg anticorpos foram encontrados em morcegos saudável, sugerindo que os morcegos haviam sido previamente infectadas. Embora ninguém tenha ainda encontrado completo vírus vivo de um morcego, a equipe sugerem que "[eu] acho que podemos ter certeza de que esses morcegos são o reservatório do vírus de Marburg." [3]

As mesmas técnicas utilizadas para identificar esses genes também foram usados para identificar genes de Marburg encontrados em morcegos frugívoros egípcio,Rousettus aegyptiacus. [4]

[Editar]Epidemiologia

[Editar]Prevalência

Surtos de Marburg estão centradas na África, onde o reservatório natural é acreditado para ser localizado.

[Editar]Transmissão

A doença é transmitida por fluidos corporais, incluindo sangue, fezes, saliva e vômito. Os sintomas iniciais são geralmente não específicos e incluem geralmente febre, cefaléia e mialgia após um período de incubação de três a nove dias. Após cinco dias, uma erupção maculopapular está freqüentemente presente no tronco.Mais tarde, a infecção é Marburg fase aguda e podem incluir icterícia, pancreatite, perda de peso, delírios e sintomas neuropsiquiátricos, hemorragia, choque hipovolêmico e disfunções dos órgãos, com insuficiência hepática mais comum. Contas da hemorragia externa de orifícios corporais estão presentes em referências populares à doença, mas são de fato raro. Time curso varia, mas os sintomas geralmente duram de uma a três semanas até que a doença seja resolvida ou mata o hospedeiro infectado. A taxa de mortalidade é de 23% a mais de 90%. [5] [6]

[Editar]Aspectos médicos

[Editar]Prevenção

Cuidadores necessitam de controle de infecção barreira de medidas, incluindo luvas duplo, batas impermeáveis, protetores faciais, óculos de protecção, perna e revestimentos de sapato.

Marburg é um nível de biossegurança e quatro agentes e, portanto, exigindo maior nível de precauções. [7]

Um grupo de investigação poucos estão trabalhando em medicamentos e vacinas para combater o vírus. Em 1998, um grupo no United States Army Medical Research Institute of Infectious Diseases (USAMRIID) publicou a primeira revisão pelos pares artigo detalhando o desenvolvimento da vacina de vírus de Marburg experimental primeiro demonstrou completamente proteger os animais de infecção letal vírus de Marburg [8] Na sequência, em 2002, Genphar, uma empresa que faz a pesquisa para o programa é o Exército dos Estados Unidos 'biodefesa, anunciou que uma vacina experimental protegido de animais de uma dose elevada de vírus de Marburg. Os testes foram conduzidos pelo United States Army Medical Research Institute of Infectious Diseases (USAMRIID). Segundo a empresa, todos os animais do grupo controle morreu no dia Considerando que todos os animais que receberam a dose regular da vacina foram totalmente protegido.

Em junho de 2005 cientistas do Canadá 's National Microbiology Laboratory anunciaram que tinham também desenvolveram vacinas tanto para Marburg e Ebola, que mostrou a promessa significativa nos testes de primata. Estudos em ratos sugeriu também que a vacina pode ser um tratamento eficaz para a doença, se for administrada pouco depois que um paciente está infectado. Para fazer as vacinas dos cientistas fundiram uma proteína de superfície do vírus que esperam para proteger contra um vírus animal - estomatite vesicular - o que é pensado para ser de nenhuma ameaça aos seres humanos. [9] No modelo de macaco rhesus macaque da doença, A vacina é eficaz mesmo quando administrada após a infecção com o vírus. [10]

[Editar]Sintomas

Muitos dos sintomas da febre hemorrágica de Marburg são semelhantes aos de outras doenças infecciosas, como a malária ou a febre tifóide, mas são mais semelhantes às de cepas de vírus Ebola.

[Editar]Diagnóstico

Diagnóstico de Marburg é similar ao Ebola usando o Enzyme-Linked immunoSorbent Assay (ELISA). [11]

[Editar]Prognóstico

Se o paciente sobrevive, a recuperação é geralmente rápida e completa, embora possa ser prolongada, em alguns casos, com inflamação ou infecção secundária de vários órgãos, incluindo: orquite (testículos), hepatite do fígado (), mielite transversa (medula espinhal), uveíte (olhos), e parotidite (glândulas salivares)[carece de fontes?].

[Editar]Tratamento

Não há tratamento específico antiviral indicado para o tratamento de Marburg, e hospitalar geralmente é solidário por natureza. Hipotensão e choque, pode exigir a administração precoce de vasopressores e monitorização hemodinâmica com atenção ao equilíbrio de líquidos e eletrólitos, o volume do aparelho circulatório, e pressão arterial. Febres hemorrágicas virais (VHF) pacientes tendem a responder mal às infusões de líquidos e pode desenvolver edema pulmonar.

[Editar]História

[Editar] Infânciasurtos

Este vírus foi primeiro documentada em 1967, quando 31 pessoas ficaram doentes na cidade alemã de Marburg, após o que lhe dá o nome, bem como em Frankfurt am Main ea cidade então iugoslava de Belgrado. O surto afetou 25 infecções primárias, com 7 óbitos e 6 casos secundários, sem mortes. As infecções primárias estavam no pessoal de laboratório expostos ao vírus de Marburg, enquanto trabalhava com macacos ou seus tecidos. Os casos secundários envolvidos doismédicos, um enfermeiro, um assistente de autópsias, ea esposa de um médico veterinário. Todos os casos secundários tiveram contato direto, geralmente envolvendo sangue, com um caso primário. Os dois médicos foram infectados por picadas acidental com a pele quando tirar sangue dos pacientes.

O surto foi rastreado para infectados grivets Africano da espécie Cercopithecus aethiops tirado de Uganda e utilizados no desenvolvimento de vacinas contra apoliomielite. Os macacos foram importados por Behringwerke, uma empresa de Marburg, fundado pelo primeiro vencedor do Prêmio Nobel de Medicina, Emil von Behring. A empresa, que na época era de propriedade da Hoechst, foi originalmente criado para desenvolver soros contra tétano e difteria.

Em 1975, três pessoas em Joanesburgo, África do Sul foram infectados pelo vírus de Marburg por um homem que retornam de Zimbábue, resultando em uma morte.Dois casos semelhantes em 1980 e 1987 ocorreu no Quênia após visitantes europeus foi a Caverna Kitum. Tanto mais tarde morreu. O próximo grande surto ocorrido na República Democrática do Congo 1998-2000, onde 128 dos 154 casos foram fatais. [12] Este surto originado com os mineiros em Durba e Watsa em Orientale, Congo.

[Editar]2004-2005 Outbreak em Angola

No início de 2005, a Organização Mundial de Saúde começou a investigar um surto de uma então não diagnosticada febre hemorrágica em Angola, que foi centrado no nordeste da província do Uíge. A doença pode surgiram logo em Março de 2004, em uma enfermaria lotada de crianças. O médico observou que uma criança, que morreu posteriormente, estava com sinais de febre hemorrágica. Em outubro, a taxa de mortalidade na enfermaria passou de três para cinco crianças de uma semana até três a cinco vezes por dia. Em 22 de março, 2005, como o pedágio de morte se aproximou de 100, a causa da doença foi identificado como o vírus de Marburg. Em Julho de 2005, o departamento de Angola saúde relatados mais de 300 casos foram fatais. Houve casos em 7 das 18 províncias, mas o surto foi confinado a província do Uíge.

O vírus também tomou um pedágio em trabalhadores da saúde, incluindo 14 enfermeiros e dois médicos.

Houve especulações de que a alta taxa de mortalidade entre as crianças nas fases iniciais deste surto pode ser simplesmente devido ao aparecimento inicial da doença na ala das crianças no hospital do Uíge. Taxas de morte precoce (antes de um acompanhamento eficaz) são sem sentido que só os mortos são devidamente contabilizados.

Os países com ligações aéreas directas, tal como Portugal, blindado passageiros que chegam de Angola. O governo angolano pediu ajuda internacional, apontando que existem apenas cerca de 1.200 médicos em todo o país, com algumas províncias, tendo sómente duas. Os profissionais de saúde também reclamou sobre a falta de equipamentos de proteção individual, como luvas, batas e máscaras. Médecins Sans Frontières (MSF) relataram que, quando sua equipe chegou ao hospital provincial, no centro do foco, encontraram-se em operação, sem água e Contato electricidade. rastreio é complicado pelo fato de que as estradas do país e outras infra-estruturas foram devastadas, depois de quase três décadas de guerra civil e do campo permanece repleta de minas terrestres.

Uma inovação no foco Angola tem sido o uso de um laboratório portátil operado por uma equipe de médicos canadenses e técnicos. O laboratório, que podem operar com uma bateria de carro, eliminou a necessidade de enviar amostras de sangue para fora do país para os testes. Isto reduziu o tempo de retorno de dias ou semanas, para cerca de quatro horas.

Enquanto isso, no Hospital Américo Boa Vida na capital, Luanda, uma equipe internacional preparada uma ala de isolamento especial para lidar com casos do interior. O ala foi capaz de acomodar até 40 pacientes, mas havia uma certa resistência ao tratamento médico. Porque a doença quase sempre resultaram em morte, algumas pessoas passaram a ver os hospitais e profissionais de saúde com suspeita, e houve um breve período quando as equipes médicas, equipamento de protecção adequado no total, foram cruelmente atacadas no campo. [13]

A ala de isolamento especialmente equipado, no hospital provincial do Uíge, foi relatado para estar vazio durante a maior parte da epidemia, mesmo que a instalação estava no centro do foco. Que foi obrigado a implementar o que eles descreveram como uma estratégia de "redução de danos", que envolveu a distribuição desinfectantes famílias afetadas que se recusaram atendimento hospitalar.

Febre hemorrágica sul-americana

Febre hemorrágica sul-americana É uma doença básica que se assemelha à febre de Lassa, porém, a trombocitopenia é a regra e o sangramento é bastante comum. A disfunção do sistema nervoso central (SNC) é muito mais comum que na febre de Lassa e, com freqüência, manifesta-se por confusão acentuada, tremores dos membros superiores e língua e sinais cerebelares. O laboratório clínico é útil no diagnóstico, uma vez que trombocitopenia, leucopenia e proteinúria são achados típicos(8). A febre hemorrágica argentina é um exemplo de febre hemorrágica sul-americana. É uma doença endêmico-epidêmica, causada pelo Junin vírus(21) e tem o tecido linfático como um dos alvos principais para a replicação desse vírus(22). Existe uma vacina viva atenuada, segura e eficaz para a febre hemorrágica argentina8. A transmissão interpessoal ou hospitalar é rara, mas já foram registrados ocorridos(8). A febre hemorrágica sul-americana tem um período de incubação entre sete e quatorze dias e tem 15 a 30% como taxa de letalidade. Na Argentina, Venezuela e Bolívia atingem todas as idades e ambos os gêneros(8).

REFERÊNCIAS

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CORIOMENINGITE LINFOCITICA

Coriomeningite linfocítica O vírus da coriomeningite linfocítica é um protótipo do Arenavírus. Ele é o mais usado para estudar interações do vírus-hospedeiro, tais como a persistência viral e a doença associada(17). Além disso, serve para estudar os aspectos básicos das células e biologia molecular da febre hemorrágica do Arenavírus(18,19). O vírus causador é comum em roedores, especialmente no rato cinzento doméstico e no hamster. Esses animais normalmente são infectados pelo vírus durante toda a vida, excretando-o por urina, fezes, sêmen e secreções nasais. A exposição à poeira ou ao alimento contaminado é, geralmente, responsável pela infecção nos seres humanos. A doença comumente ocorre no inverno, quando os roedores silvestres procuram abrigo em habitações(8). Estudos experimentais com ratos e macacos infectados pelo vírus da coriomeningite linfocítica (LCMV) indicaram que a inoculação oral conduz às infecções atenuadas, que causam ocasionalmente a doença. Assim, a transmissão oral é biologicamente importante(13). A infecção de LCMV é assintomática ou causa uma doença auto-limitada suave nos povos saudáveis que não são imunocomprometidos, caracterizada por febre, perda de apetite, dores de cabeça e musculares, náusea e vômitos. LCMV pode causar a meningite asséptica, mas esta é raramente fatal. Nos trimestres mais adiantados da gravidez, entretanto, a infecção de LCMV pode causar defeitos fetais(20). Normalmente, a doença não pode ser transmitida de pessoa a pessoa (exceto verticalmente durante a gravidez) (20).

FEBRE DE LASSA

Febre de lassa A febre de Lassa é uma infecção causada por Arenavírus e é transmitido aos seres humanos através do contato com animais infectados ou com vetores artrópodes(12). Os roedores são os principais responsáveis pela transmissão aos seres humanos(13), produzindo febre, vômito e hemorragia(8). A maior patogenicidade do Lassa vírus é devida ao invólucro resistente que ele possui, o qual o protege dos efeitos do interferon (IFN)(14). Tem-se estimado que a febre Lassa cause 5.000 mortes, anualmente, no Oeste da África. Exige um isolamento rigoroso dos casos. A vacinação é a medida de controle mais viável(15). Seu período de incubação varia entre 5 e 16 dias e possui 15% de taxa de letalidade. É mais especificamente encontrada no Oeste da África e atinge ambos os gêneros e todas as idades. Suas infecções são leves e, provavelmente, comuns em aproximadamente 80% dos casos8. O vírus Lassa é transmitido dos roedores aos seres humanos pelo contato com urina ou fezes animais ou sangue uniforme que contém níveis elevados do vírus. A transmissão entre seres humanos foi relatada em conseqüência da exposição ao sangue e ao contato sexual(16). O caso típico tem início gradual que conduz a sintomas constitucionais mais graves e prostração. O sangramento ocorre em cerca de 15 a 30% dos casos. Ocorrem febre, mialgias, dor de garganta, náusea, vômitos, dor torácica e dor abdominal. Nos casos graves, ocorrem hipotensão ou choque, hemorragias, convulsões e evolução para o óbito podem ocorrer. Os derrames são comuns e pericardite predominante em homens pode surgir mais tarde. A leucometria é normal ou levemente elevada e as contagens de plaquetas são normais ou um pouco baixas. A surdez coincide com a melhora clínica em torno de 20% dos casos, sendo permanente e bilateral em alguns. Pode ocorrer reinfecção, mas não está associada a doenças graves(8)

ARENAVIRUS

Arenavírus O Arenavírus é um vírus de RNA de sentido duplo, com dois segmentos para replicação, circundado por uma ou mais proteínas (capsídeo) e também possui um invólucro lipídico(3). Este o torna menos resistente, pois, por serem derivado de membranas de células infectadas, são sensíveis a solventes e detergentes não iônicos que os destroem facilmente(4). Porém, por possuírem essas características semelhantes as da membrana, conseguem entrar facilmente na célula, por isso, possuem maior poder infectante. Esses vírus causam doenças humanas severas e podem ser uma ameaça como agentes do bioterrorismo(5,6). A infecção ocorre em estágios. Primeiro, ocorre uma interação de uma proteína da superfície do vírus com uma molécula presente na superfície celular, sendo esse processo chamado adsorção. Após a adsorção, o vírus penetra através da membrana celular ou funde-se a ela, perdendo sua sensibilidade ao anticorpo neutralizador. Segundo, o genoma viral é liberado no citoplasma com uma RNA-polimerase associada e uma ou mais proteínas acessórias. A RNA-polimerase viral transcreve os RNA mensageiros (RNAm), assim como RNA antigenômico completo, que é o molde para a replicação do RNA genômico. Os RNAm codificam a RNA polimerase e os fatores associados, assim como as proteínas estruturais virais. Terceiro e último, os vírus da família Arenavírus são montados no citoplasma, logo após a síntese do RNA e das proteínas estruturais, sendo já organizados. Ao saírem por brotamento, adquirem seu invólucro(4,7). Os Arenavírus infectam cronicamente roedores, com uma relação surpreendente entre a espécie de vírus e a de roedor. Os seres humanos infectam-se por inalação de aerossóis contendo Arenavírus, que são, então, depositados nas vias respiratórias terminais e, provavelmente, também por contato íntimo com roedores e suas excreções, que resulta na contaminação de mucosas ou soluções de continuidade na pele(8). Os vírus da febre hemorrágica (FH) podem estar presentes no sangue, na urina, nas secreções respiratórias e no sêmen(9). Dois grupos dos Arenavírus são atualmente conhecidos: o Arenavírus do Velho Mundo, como o vírus da coriomeningite linfocítica (LCMV) e o vírus de Lassa(10) e o Arenavírus do Novo Mundo, um grupo mais extenso, com o vírus de Tacaribe como o protótipo(10,11). Os Arenavírus do Novo Mundo têm sido divididos previamente em três classes principais, A, B e C, com todos os vírus causadores de FH, sendo membros da classe B. Esses incluem os vírus de Junin, Machupo, Guanarito e Sabia, que são a causa do FH argentina, FH boliviana, FH venezuelana e um único exemplo fatal do FH no Brasil, respectivamente. Esses vírus de FH do Novo Mundo resultam, geralmente, na doença com mortalidade mais elevada (20 a 30%) do que a febre de Lassa(10). O vírus da coriomeningite linfocitária pode ser mais encontrado na América do Norte e Europa; o vírus da febre de Lassa é mais encontrado na África e o vírus da febre hemorrágica da América do Sul é característico da América do Sul(8).

Doença do Deposito de Cadeia Leve

Anemia crônica e glomerulopatia secundárias à Doença de Depósito das Cadeias Leves

Chronic anemia and glomerulopathy secondary to Light-chain Deposition Disease

Ítala P. SilveiraI; Antonio L. C. JerônimoI; Herivaldo F. SilvaI; José O. L. NogueiraI; José W. CorreiaI; Luiz A. MouraII

IDepartamento de Clínica Médica do Hospital Geral Dr. César Cals — Fortaleza-CE, Brasil IIDepartamento de Anatomopatologia da Universidade Federal de São Paulo — São Paulo-SP, Brasil

Endereço para correspondência


RESUMO

Os autores relatam o caso de uma paciente do sexo feminino, 65 anos de idade, internada com anemia de longa evolução que se associou posteriormente a uma glomerulopatia manifestada por proteinúria, cilindrúria e perda de função renal. As cadeias leves no plasma e na urina estavam elevadas, sobretudo a fração kappa e uma biópsia renal estudada por imunofluorescência e microscopia eletrônica confirmou o diagnóstico de Doença de Depósito das Cadeias Leves. A nefropatia de cadeia leve ocorre pela superprodução de cadeia leve de imunoglobulina produzida por linfócitos B com deposição nas membranas tubulares e no glomérulo.

Palavras-chave: Cadeias leves; paraproteínas; glomerulopatia; proteinúria; insuficiência renal; anemia.


ABSTRACT

The authors present a case of a 65-year-old female patient, with chronic anemia associated with glomerulopathy manifested as proteinuria, cylindruria and renal failure. There were high serum and urinary levels of light chains and the diagnosis was performed by renal biopsy, examined using immunofluorescence and by electron microscopy that showed light chain paraproteins. Nephropathy of light-chain deposition disease occurs due to an over-production of light chains from immunoglobulins produced by B lymphocytes with a deposit in tubular and glomerular membranes.

Key words: Light-chain; paraproteins; glomerulopathy; proteinuria; renal failure; anemia.


Introdução

A Doença de Depósito das Cadeias Leves (DDCL) é uma patologia infiltrativa, do grupo das paraproteinemias, caracterizada pela presença de material amorfo monoclonal em diversos tecidos, constituído por fragmentos de cadeias leves, sobretudo Kappa e que se diferencia da amiloidose primária por não apresentar coloração pelo vermelho congo e nem possuir estrutura fibrilar quando examinado à microscopia eletrônica (ME).1

A freqüência e a etiologia desta doença são desconhecidas e a associação com mieloma múltiplo, macroglobulinemia de Waldenstron e outras patologias linfoproliferativas tem sido relatada. Metade dos casos não apresenta evidência de proliferação plasmocitária neoplásica.2

O rim é o órgão mais acometido e a doença renal se manifesta por proteinúria, síndrome nefrótica ou insuficiência renal em fase avançada da doença. O diagnóstico é feito pela imunoeletroforese (IEF) ou imunofixação (IF) sérica ou urinária com a identificação de níveis anormais de CL em 75% dos casos.3 Glomeruloesclerose nodular é a lesão renal mais característica à microscopia óptica (MO), presente em 60% dos casos.4 O diagnóstico é confirmado pela evidência de depósitos de CL monoclonais por imunofluorescência (IF) ou imunoperoxidase (IP), mas sobretudo pelo achado de depósitos eletrodensos finamente granulares na membrana basal dos órgãos acometidos. O prognóstico do doente, a resposta à quimioterapia e a duração do tratamento ainda não estão bem estabelecidos.

Relato do Caso

M.M.A.P, sexo feminino, 65 anos, parda, internada no serviço de clínica médica do Hospital Geral César Cals em abril de 2002. Referia adinamia, fadiga e anorexia há 4 anos, evoluindo com palidez e dispnéia progressivas. Há um ano apresentava edema de membros inferiores ascendente e aumento de volume abdominal associado a urina espumosa. Nos últimos seis meses evoluiu com episódios diarréicos intermitentes. Relatava antecedente de gravidez molar aos 35 anos. Ao exame físico apresentava moderada palidez cutâneo-mucosa e anasarca. Exames laboratoriais revelaram: Hemácias =2.79 x 103/mm3, Hb=8,5 g/dL, Ht=25,2%, VCM= 90fl, leucócitos= 3,4 x 109com diferencial normal, reticulócitos= 0,31%, VHS=131mm (1ª hora); aspirado de medula óssea levemente hipercelular, alterações displásicas nas linhagens granulocítica e megacariocítica, discreta plasmocitose (6%). Biópsia óssea sem alterações relevantes. Dosagem de Vitamina B12 =312pg/mL; ácido fólico =2,45 ng/mL; estudo ferropéxico com ferritina 140,88 ng/mL, ferro sérico 29ug/100 mL, CTLFe 96 ug/dlL e CLLFe 125 ug/dL. Creatinina 1,21 mg/dL chegando a 2,3 mg/dL após quatro meses. Sumário de urina com proteinúria (3+), hemácias mal preservadas e cilindros granulosos e hialinos. Clearence creatinina 52,4 mL/min com diminuição progressiva para 11,5 mL/min em seis meses; proteinúria de 2938 mg/24h. Eletroforese de proteína sérica com hipoproteinemia e hipoalbuminemia, inversão da relação albumina/globulina, aumento relativo das frações a2 e b-globulina. Dosagem no soro fração k 475 mg/dL (VR=170-370 mg/dL), l254 mg/dL(VR=90-120 mg/dL ) e na urina k 113 mg/dL (VR indetectável) l 66,3 mg/dL (VR indetectável). Biópsia do coxim adiposo com coloração negativa para vermelho Congo. Biópsia renal revelou aumento da matriz mesangial e a IFD mostrou depósitos irregulares de CL kappa com traços de IgM e IgG em glomérulos, paredes tubulares e cápsula de Bowman. A microscopia eletrônica confirmou diagnóstico de DDCL, com a presença de depósitos granulares conforme demonstrado na figura 1. Foi iniciado esquema terapêutico com prednisona e melfalan nas doses 1mg/kg e 0,4 mg/kg respectivamente durante cinco dias a cada quatro semanas. Atualmente encontra-se em seguimento ambulatorial com creatinina de 1,77 mg/dL e proteinúria em faixa não nefrótica.

Discussão

A DDCL é uma patologia incomum ou, mais provavelmente, pouco diagnosticada. Estudos retrospectivos de Mallick et al, avaliando 260 pacientes com proteinúria idiopática por biópsia renal, detectaram apenas sete casos desta doença.4 Outros autores também analisaram material de biópsia renal, como Raymond et al, que encontraram 13 casos de um total de 2.112 exames,5 e Pirani et al, que, ao biopsiarem o rim de 47 pacientes com discrasia de células plasmáticas, encontraram 10 casos positivos.6

Imunoglobulinas monoclonais e CL livres são produzidas por linfócitos da linhagem B ou plasmócitos como resultado de uma expansão clonal nas discrasias dessas células. Acredita-se que anormalidades estruturais das imunoglobulinas monoclonais tenham papel direto na patogênese da doença7

Depósitos tissulares de CL monoclonal podem ser vistos tanto na amiloidose primária como na DDCL. Essas entidades têm patogênese semelhante, entretanto os fragmentos na DDCL possuem características bioquímicas diferentes e não apresentam depósito fibrilar, como ocorre na amiloidose.8 Esses depósitos são usualmente da CL kappa em 85% casos, enquanto cadeias lambda são mais encontradas na amiloidose.9 Apresentam-se com aspecto granular, não são corados pelo vermelho Congo e consistem de uma região constante da imunoglobulina reagindo fortemente à IF para CL monoclonal.

A idade média de aparecimento desta patologia é de 55 anos (30-80 anos) e o rim é um dos órgãos mais acometidos. A manifestação renal da DDCL depende dos sítios de depósito: se predominante nos glomérulos haverá principalmente síndrome nefrótica; caso ocorra a nível de túbulos, a insuficiência renal será mais evidente e a proteinúria será menos intensa. Estudo multicêntrico realizado na Itália, com 63 casos diagnosticados, revelou que 96% apresentavam insuficiência renal e 84% tinham proteinúria maior que 1,0 grama em urina de 24 horas. Os fatores independentes relacionados ao pior prognóstico foram a idade e o nível de creatinina na apresentação da doença e a menor sobrevida ocorreu naqueles que tinham também depósitos extra-renais.10 O estágio terminal de doença renal pode ser observado em cerca de 70% dos pacientes com DDCL e a sobrevida média destes pacientes é em torno de 34 meses.11 O tipo de lesão renal parece depender de propriedades fisico-quimicas da CL monoclonal. Fatores ambientais podem associar-se para determinar ou prevenir a expressão clínica da injúria renal.12 Manifestações adicionais estão na dependência de outros sítios de depósito. Randall et al mostraram que existe correlação entre manifestações clínicas ou laboratoriais e depósitos granulares eletrodensos à ME no rim, fígado, pâncreas, coração (miocárdio e sistema de condução), tireóide, intestino, sistema nervoso periférico e central.2

No caso relatado, a paciente apresentava comprometimento renal sob a forma de urina espumosa, anasarca e perda progressiva da função renal. Manifestava comprometimento intestinal através de episódios diarréicos intermitentes. Palidez cutâneo-mucosa com anemia normocítica-normocrômica, sem alterações reticulocitárias, com estudo feropéxico normal e aspirado medula óssea normoplásitco. Apresentava também um hipotireoidismo subclínico sem outras endocrinopatias associadas.

As etapas de investigação para confirmação diagnóstica incluem a detecção de níveis anormais de CL sérica e/ou urinária por IEF ou IF, alterações histológicas à MO, IF e ME, sendo importante também que se investiguem doenças linfoplasmocitárias associadas por meio de avaliação clínica, imagem, mielograma e biópsia óssea .

A alteração histológica renal mais característica é a glomeruloesclerose nodular vista na microscopia óptica, muito semelhante àquela observada na nefropatia diabética; entretanto, uma leve expansão mesangial pode ser o único achado. A IF mostra depósitos tanto nas alças capilares, no mesângio e de modo linear na membrana tubular. Depósitos granulares típicos são identificados na ME.

O prognóstico da DDCL e também da amiloidose é bastante reservado com sobrevida média variando de 18 meses a 34 meses.11 Estudos da Mayo Clinic têm demonstrado que o nível de creatinina no início do tratamento é importante para resposta terapêutica. Quando a creatinina for menor que 4 mg/dL, o tratamento com melfalan e prednisona pode estabilizar ou melhorar a função renal em 63% dos pacientes, enquanto se for maior que 4,0 mg/dL, apenas 18% podem apresentar alguma resposta.13 Esta paciente foi tratada com melfalan e prednisona e até o momento apresenta boa resposta, já que houve redução dos seus níveis de creatinina e proteinúria. O objetivo do tratamento é suprimir a proliferação dos clones anormais e remover o depósito tecidual. Outros esquemas propostos incluem vincristina-doxorubicina-dexametasona, contudo a terapêutica mais interessante é o transplante autólogo de célula-tronco, que pode suprimir a discrasia das células plasmáticas.11 é importante ressaltar que os regimes quimioterápicos não são isentos de riscos, podendo levar à pancitopenia, ao aparecimento de leucemia mielóide aguda em 6,5% dos casos, chegando a mais de 20% se a sobrevida for superior a três anos e meio.14

As principais causas de morte são a insuficiência renal, insuficiência cardíaca ou hepática e infecções.

Conclusão

Os autores sugerem que a DDCL deva ser investigada nos pacientes que apresentem anemia crônica associada a doença renal de etiologia não estabelecida e que a biópsia renal analisada por IF e ME é um método extremamente importante para o diagnóstico.

Referências Bibliográficas

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2. Randall RE, Williamson, Jr., Mullinax F et al. Manifestations of light chain deposition. Am J Med 1976; 60:293-299. [ Links ]

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8. Buxbaum J et al: Monoclonal immunoglobulin deposition disease: Light-chain and heavy-chain deposition diseases and their relation to light-chain amyloidosis. Clinical features immunopathology, and molecular analysis. Ann Intern Med 1990;112: 455. [ Links ]

9. Gallo G, Picken M, Buxbaum J et al: The spectrum of monoclonal immunoglobulin deposition disease associated with immunocytic dyscrasias. Semin Hematol 1989;26:234-245. [ Links ]

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13. Heilman RL, Velosa Já, Holley KE et al. Long-term follow-up and response to chemotherapy in patients with light-chain deposition disease. Am J Kidney Dis 1992;20:34-41. [ Links ]

14. Gertz M, Kyle R. Acute leukemia and cytogenetic abnormalities complicating melphalan treatment of primary systemic amyloidosis. Arch Intern Med 1990;150-59. [ Links ]

Psitacose

Psitacose

Lúcia Helena Salvetti De Cicco

Psitacose é uma doença infecciosa causada por bactérias que infectam preferencialmente os psitacídeos (papagaios, araras, periquitos, etc), podendo eventualmente infectar o homem quando ele entra em contato com animais portadores - sãos ou doentes - ou ainda com secreções, dejetos ou produtos derivados dos mesmos, como ocorre em matadouros, aviários, granjas e indústrias que utilizam penas ou outros derivados de aves. Além de psitacídeos (os primeiros em que se descobriu a doença), numerosas outras aves (pombos, galinhas, canários, faisões, perus, etc) podem infectar-se e transmitir a doença; dai a denominação mais correta de ornitose em substituição a Psitacose, já que esta última limitaria a enfermidade apenas aos psitacídeos. O agente etiológico da ornitose é uma bactéria intracelular que pertence ao gênero Chlamydia (Chlamydia psittaci). Tais bactérias apresentam características ora dos verdadeiros vírus, ora das riquétsias e bactérias.

A via respiratória constitui a porta de entrada da bactéria, aqual é aspirada com poeiras provenientes de gaiolas ou logradouros contaminados por dejetos e secreções dos animais doentes ou portadores. A doença é enzoótica entre as aves, dada a promiscuidade em que elas vivem. A contagiosidade inter-humana é possível, mas não comum. Existe tanto entre animais como em seres humanos, sendo o portador responsável por surtos epidêmicos ou casos isolados. Parece que crianças e jovens são menos suscetíveis à doença do que os adultos.

SINTOMAS NAS AVES:

O período de incubação da doença nas aves pode variar de 3 a 106 dias. Os sintomas podem ser distinguidos em forma serosa ou respiratória, digestiva ou na forma mista. Observa-se portanto, dependendo da forma que a doença se manifesta, sonolência, debilidade, falta de apetite, eriçamento das penas, diarréia com intensidade diversa. Após emagrecimento progressivo e caquexia, os animais morrem, freqüentemente com sintomas de paralisia no prazo de uma a duas semanas. Também ocorrem mortes súbitas sem sintomas prévios da doença. Um animal doente pode ser curado, mas continua portador eliminando o agente por meses. O tratamento de escolha é à base de antibióticos.

SINTOMAS NOS HUMANOS:

No homem o órgão mais comprometido é o pulmão, que apresenta uma pneumonia atípica. Não existe vacina para uso humano. O contágio pelo homem ocorre por inalação de pó que é levantado nas gaiolas ou recintos de animais infectados, ou durante o sacrifício destes, ao manipular as penas. A infecção também pode ser produzida por picadas de papagaios infectados e o ato de dar-lhes alimento com a boca.

Os sintomas no homem ocorrem depois de um período de incubação de 7 a 14 dias, onde observa-se aumento de temperatura até 40C. Aparecem em seguida fortes dores de cabeça, picada no tórax, tosse irritativa e dolorosa, dores lombares e nas extremidades, sudorese, inapetência e fraqueza.

Geralmente é desenvolvido uma pneumonia com infiltrados densos ,bilaterais e amplos, vistos em radiografia. Ainda pode apresentar estados excitativos e nervosos de origem central, alterações circulatórias tóxicase, mais raramente, erupções cutâneas. Os casos leves da doença são semelhantes à gripe ou uma simples indisposição. Utiliza-se antibióticoterapia como tratamento e realização de meio eficaz de diagnóstico para confirmar a doença, diminuindo-se a incidência de morte humana. A cura e a convalescência podem ser prolongadas.

É obrigatório a notificação de casos de psitacose tanto no animal como no ser humano, bem como da sua morte.

PROFILAXIA:

As medidas profiláticas consistem em evitar os fatores que diminuem a resistência dos animais, como obter uma boa alimentação e boas condições de manejo e higiene das gaiolas ou terreiros, evitar concentração excessiva dos animais destinados à engorda e à reprodução, impedir os contatos com aves terrestres ou aquáticas, bem como eliminar os animais clinicamente doentes. Ainda é necessário o atendimento veterinário regular das criações e populações aviáriasmediante controle sorológico.

Outro problema é na hora do abate, onde somente animais sadios devem ser utilizados para o consumo. Além de evitar a longa espera das aves no matadouro, promover depenação em condições úmidas, conter vestiário e roupas higiênicas para pessoas que trabalham no matadouro.

Lúcia Helena Salvetti De Cicco
Diretora de Conteúdo e Editora Chefe

X Encontro de Pacientes Transplantados e Candidatos a Transplante de Fígado

IX Encontro de Pacientes Transplantados e Candidatos a Transplante de Fígado

25 de Outubro de 2009

Infecções antes e após o transplante de fígado

LOCAL: Auditório do Hospital Alemão Oswaldo Cruz - 14º andar

Rua: João Julião, 331 – Paraíso / São Paulo – SP - CEP: 01323-903

INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES, através dos sites ou no telefone abaixo:

www.hepato.com.br ou www.apat.org.br

Inscrições: 1 kg de alimento não-perecível

APAT – Associação para Pesquisa e Assistência em Transplante – Tel: (11) 5573-3052

PROGRAMAÇÃO

08h00 às 09h00min – RECEPÇÃO

09h00 às 09h10min – ABERTURA e APRESENTAÇÕES

Dr. Tércio Genzini e Marcelo Perosa

CUIDADOS E PREVENÇÕES DOS CANDIDATOS:

09h10 às 09h40min – A PREVENÇÃO COMEÇA PELA BOCA

Dr. Romano Mancusi

09h40 às 10h10min – COMO PREVENIR INFECÇÕES NA FASE PRÉ TRANSPLANTE:

Dra: Regina G. dos Santos

10h10 às 10h30min – DISCUSSÃO

10h30 às 10h50min – COFFEE BREAK

10h50 às 11h00min – APAT e CONVIDADOS

Enfermeira: Sandra de Souza P. Lima

CUIDADOS E PREVENÇÕES APÓS TRANSPLANTE:

11h00 às 11h20min – COMO LIDAR COM SEUS ANIMAIS

Dr. Dagoberto de Almeida

11h20 às 11h40min – O ISOLAMENTO MÉDICO E AUTO ISOLAMENTO

Psicóloga: Maria Cecília Bissacot

11h40 às 12h10min – INFECÇÃO, VACINAÇÃO E GRIPE SUÍNA

Dr: Stefan Cunha Ujvari

12h10 às 12h30min – DISCUSSÃO e DEPOIMENTOS

12h30 ás 13h00min – SORTEIOS E ENCERRAMENTO

Próximos Encontros

06/DEZ/2009 – X Encontro para pacientes Transplantados e candidatos a transplante de pâncreas e pâncreas/rim.

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