AVISO IMPORTANTE
| "As informações fornecidas são baseadas em artigos científicos publicados. Os resumos das doenças são criados por especialistas e submetidos a um processo de avaliação científica. Estes textos gerais podem não se aplicar a casos específicos, devido à grande variabilidade de expressão da doença. Algumas das informações podem parecer chocantes. É fundamental verificar se a informação fornecida é relevante ou não para um caso em concreto. "A informação no Blog Estudandoraras é atualizada regularmente. Pode acontecer que novas descobertas feitas entre atualizações não apareçam ainda no resumo da doença. A data da última atualização é sempre indicada. Os profissionais são sempre incentivados a consultar as publicações mais recentes antes de tomarem alguma decisão baseada na informação fornecida. "O Blog estudandoraras não pode ser responsabilizada pelo uso nocivo, incompleto ou errado da informação encontrada na base de dados da Orphanet. O blog estudandoraras tem como objetivo disponibilizar informação a profissionais de cuidados de saúde, doentes e seus familiares, de forma a contribuir para o melhoramento do diagnóstico, cuidados e tratamento de doenças. A informação no blog Estudandoraras não está destinada a substituir os cuidados de saúde prestados por profissionais. |
domingo, 4 de novembro de 2012
Síndrome de Moebius
COMO E POR QUE É PRODUZIDO?
Faz correr Síndrome de Moebius?
O que pode ter problemas com as pessoas S. Moebius?
HÁ Síndrome de Moebius retardo mental?
Como é diagnosticada?
Existe algum tratamento CURA?
Olimpíada das Apaes Maringá
Mais de 1.300 competidores e técnicos esportivos de escolas especiais de 23 estados brasileiros estarão reunidos em Maringá, no norte do Paraná, a partir da próxima segunda-feira (5), para a 20ª edição das Olimpíadas Especiais das APAES. O evento, que prossegue até o dia 10, é promovido pela Secretaria de Estado da Educação, em parceria com a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Maringá e Federação Nacional das Apaes, com apoio da Prefeitura de Maringá e do Centro Universitário de Maringá (Cesumar).
sábado, 3 de novembro de 2012
Atrofia Coriorretiniana; Sveinsson SCRA
|
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Hipospadia
É uma anomalia congênita que resulta do desenvolvimento incompleto da uretra anterior e é um dos defeitos congênitos mais comuns do sexo masculino. A incidência é de 1 para cada 300 nascimentos do sexo masculino. A falha no desenvolvimento da uretra inibe o desenvolvimento do prepúcio ventral, ocasionando o aparecimento do capuchão dorsal que está presente na maioria dos casos.
Abetalipoproteinemia
A abetalipoproteinemia é uma doença autossómica recessiva do metabolismo das lipoproteínas, provocada por mutações numa subunidade da proteína de transferência de trigliceridos microssomal (MTP), cujo gene se localiza no cromossoma 4q22-q24. Esta doença é muito rara. As características clínicas são um síndrome de má-absorção, degenerescência pigmentar da retina e neuropatia atáxica progressiva. Os eritrócitos apresentam uma alteração da forma que é característica e que se designa acantocitose. Os sintomas neurológicos têm uma relação directa com a deficiência de vitamina E (lipossolúvel). O nível de colesterol total é baixo (<70mg aus="aus" baixa="baixa" das="das" de="de" densidade.="densidade." dl="dl" e="e" indetect="indetect" lipoprote="lipoprote" mostra="mostra" muito="muito" nas="nas" ncia="ncia" o="o" os="os" perfil="perfil" praticamente="praticamente" ridos="ridos" s="s" span="span" triglice="triglice" veis.="veis.">70mg>
Doença de Castleman (CD)
Doença de Castleman (CD) é definida pela hipertrofia dos linfonodos com hiperplasia linfóide angiofolicular. Na forma localizada, apenas um nó de linfa é afectada, ao passo que vários nódulos linfáticos estão envolvidos na forma multicêntrica. A prevalência da doença é desconhecida, mas tem sido estimada em menos de 1/100 000. A forma localizada é a mais frequente (mais de 400 casos relatados). A forma multicêntrica menos comuns podem também ocorrer em associação com a infecção por HIV. CD pode ocorrer em qualquer idade. A freqüência de sintomas foi avaliada em uma coorte francês de 117 casos. Formas localizadas são assintomáticos em 51% dos pacientes e muitas vezes são descobertos por acaso. Eles podem, por vezes, causar tórax ou dor abdominal, quando a lesão é grande (diâmetro médio de 6 cm, com extremos variando de 1 a 12 cm). Os sites que são preferencialmente envolvidos são, em ordem decrescente de freqüência, o abdome, os linfonodos superficiais e do mediastino.Sinais não específicos, observados em 31% dos pacientes, incluem: astenia (20%), febre (20%) e a perda de peso (11%). Formas multicêntricos são sempre sintomáticas. A perda de peso ocorre em 69% dos pacientes e febre em 67% dos casos. Linfadenopatia periférica é observada em 81% dos casos, hepatomegalia e / ou esplenomegalia em 74%, e síndrome POEMS (polineuropatia, organomegalia, endocrinopatia, gamopatia monoclonal, alterações de pele) em 23% dos pacientes. Alguns casos de sarcoma de Kaposi também têm sido descritos. A etiologia de CD permanece incerto, mas vários relatos confirmam o papel dos vírus do herpes humano tipo 8 (HHV-8), o agente causal do sarcoma de Kaposi. HHV8 foi encontrada em 60 a 100% dos doentes com HIV-associado CD, e também em 20 a 40% dos doentes seronegativos. HHV8 está localizada a imunoblastos e linfáticos CD20 + nó linfócitos B. HHV8 induz a produção de um homólogo virai de interleucina (vIL6), o que pode promover a ocorrência de linfomas B, tais como linfomas de efusão primária. O diagnóstico de CD requer uma análise histológica de linfonodo com coloração imuno-histoquímica, mostrando hiperplasia policlonal angiofolicular linfóide, na maioria das vezes do tipo hyalinovascular (especialmente em CD localizada) e mais raramente do tipo de célula de plasma (em especial no CD multicêntrico) ou mistas / intermediárias tipo. CD é tipicamente uma proliferação policlonal linfocitária, que deve ser diferenciado de linfoma maligno. No entanto, alguns casos de CD multicêntrico pode ser associado com o linfoma. Hiperplasia linfóide angiofolicular não é uma característica específica do CD e pode ser observada na artrite reumatóide, síndrome de Sjögren, imunodeficiências congênitas, as reações ao câncer e hemopatias ou vacinações, sífilis, algumas doenças cutâneas ou glomerulonefrite membranosa. Essas doenças devem ser descartadas antes de diagnosticar um paciente com CD. Se o CD é localizada, uma excisão cirúrgica completa precisa ser feita, sem acompanhamento é necessário. Em multicêntrica CD, HIV e HHV-8 testes devem primeiro ser realizada, bem como a imunocoloração para excluir linfoma. Polychemotherapies como o regime CHOP (ciclofosfamida, doxorrubicina, vincristina e prednisona) ter sido bem sucedido, mas estão associados a toxicidade elevada; IFN-alfa, isoladamente ou em combinação com a vinblastina ou o etopósido, provou-se benéfica, o anti-IL6 anticorpo receptor MRA pode ser usada como uma terapia adjuvante, ácido retinóico tem sido bem sucedida em vários pacientes; rituximab deu resultados muito promissores em HIV + e HHV-8 + doentes; cidofovir ou ganciclovir foram eficientes em vários HHV-8 + doentes. Nas formas localizadas de recuperação de CD, sem sequelas após a excisão cirúrgica completa é atingida em 90% dos casos. Em formas multicêntricas, remissão pode ser obtido, mas isso ocorre em 25% dos doentes e o prognóstico é muito menos favorável.
Revisor especialista (s)
- Dr. Françoise SARROT-Reynauld
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Comunidades Doenças Raras
http://www.rareconnect.org/en/community/evans-syndrome
http://www.rareconnect.org/en/community/epidermolysis-bullosa
http://www.rareconnect.org/en/community/ehlers-danlos-syndrome
http://www.rareconnect.org/en/community/dysnet
http://www.rareconnect.org/en/community/dravet-syndrome
http://www.rareconnect.org/en/community/cystinosis
http://www.rareconnect.org/en/community/coats-disease
http://www.rareconnect.org/en/community/cdg
http://www.rareconnect.org/en/community/behcet-s-syndrome
http://www.rareconnect.org/en/community/behcet-s-syndrome
http://www.rareconnect.org/en/community/atypical-hemolytic-uremic-syn
http://www.rareconnect.org/en/community/alternating-hemiplegia
http://www.rareconnect.org/en/community/caps/article/f3adde26e4fd2dcbfbc56c48396a6d2
http://www.rareconnect.org/en/community/epidermolysis-bullosa
http://www.rareconnect.org/en/community/ehlers-danlos-syndrome
http://www.rareconnect.org/en/community/dysnet
http://www.rareconnect.org/en/community/dravet-syndrome
http://www.rareconnect.org/en/community/cystinosis
http://www.rareconnect.org/en/community/coats-disease
http://www.rareconnect.org/en/community/cdg
http://www.rareconnect.org/en/community/behcet-s-syndrome
http://www.rareconnect.org/en/community/behcet-s-syndrome
http://www.rareconnect.org/en/community/atypical-hemolytic-uremic-syn
http://www.rareconnect.org/en/community/alternating-hemiplegia
http://www.rareconnect.org/en/community/caps/article/f3adde26e4fd2dcbfbc56c48396a6d2
terça-feira, 30 de outubro de 2012
REUNIÃO NO SUL DEFINE AGENDA DO DIA MUNDIAL DOENÇAS RARAS
DUAS REUNIÕES IMPORTANTES ACONTECERAM NESTA SEGUNDA E TERÇA NO RIO GRANDE E EM FLORIPA FECHANDO A ORGANIZAÇÃO NO SUL DO PAIS AGORA JUNTAMENTE COM O PARANA TODA E REGIÃO ORGANIZARA EVENTOS DE DOENÇAS RARAS NO FIM DE FEVEREIRO , TIVEMOS A PRESENÇA DO VEREADOR COMASSETO , SR GERALDO E DIRETORIA DA "AAPPAD BIOMEDICA GEISA LUZ, GENETICISTAS DRA GISELE DE LUCA ,LUISE PEGESSE ,RITA RABELO, SIBELE SEIBT, SILVIA DA SILVEIRA , JO FARIA MÃE DE PACIENTE REPRESENTANDO O GEDR E ABSW , SABRINE SOUZA E GRUPO DE FISIOTERAPIA DA CIDADE DE TAPES, CÂMARA MUNICIPAL DE FLORIANÓPOLIS ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE SANTA CATARINA ENTRE OUTROS
EM BREVE A AGENDA DE PALESTRAS ESTARA DISPONIVEL
domingo, 28 de outubro de 2012
TDAH VOÇE SABE MESMO DO QUE SE TRATA ???
Recentemente, uma série de matérias sobre o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) tem sido veiculada pela mídia jornalística não especializada.
Em boa parte dessas matérias, profissionais apresentados como especialistas em saúde e educação (embora seus currículos informem não terem publicações científicas sobre o assunto) transmitem opiniões pessoais como se fossem informações científicas. Pior, suas opiniões não refletem os conhecimentos atuais sobre o transtorno, que é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde e sobre o qual constam centenas de publicações em bancos de dadoswww.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/ descrevendo claramente as graves consequências nas esferas acadêmica, familiar, social e profissional. Tais opiniões equivocadas são nocivas para pacientes, familiares e para a população como um todo.
A afirmação de que o TDAH “não existe”, de que os medicamentos aprovados pela ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária para o tratamento desse transtorno são “perigosos” e tornam as crianças “obedientes” é, na melhor das hipóteses, expressão pública de ignorância em relação ao tema, investigado cientificamente de modo extenso por pesquisadores de todo o mundo, muitos deles brasileiros. Na pior das hipóteses, configura crime porque veicula informações erradas sobre tema de saúde pública. Incontáveis Associações Médicas ao redor do mundo já se posicionaram não deixando dúvidas sobre a validade do TDAH (vide posicionamento da Associação Médica Americana em Referências no final do texto).
Tais matérias induzem os leitores à falsa conclusão que há dúvidas não apenas quanto à existência do TDAH, como sobre os benefícios do tratamento medicamentoso. Obviamente, tais textos jamais citam qualquer artigo científico, nenhum dado de pesquisa, demonstrando os tais efeitos “perigosos” ou graves. E, numa prova incontestável da natureza parcial e enganosa, em desrespeito aos princípios básicos do jornalismo, deixam de citar centenas de artigos científicos que documentam fartamente os benefícios, a eficácia e a segurança dos medicamentos usados no tratamento do TDAH. Recentemente, um grande estudo publicado no mais importante jornal Inglês de Psiquiatria documentou que o metilfenidato é a medicação mais eficaz em Psiquiatria e uma das mais eficazes em toda a Medicina (vide em Referências no final do texto).
Os sintomas que caracterizam o TDAH não são comportamentos infantis comuns, meras variações da normalidade, que médicos, pais e professores querem “controlar”. Seria o mesmo que dizer que diabete é um mero aumento de açúcar no sangue, uma simples variação do normal observado na população. Noventa e cinco por cento das crianças e adolescentes não tem a intensidade e gravidade de sintomas que os portadores de TDAH, do mesmo modo que 90% dos adultos não têm níveis elevados de açúcar. Diagnósticos são frequentemente estabelecidos pela intensidade e gravidade. A lista é grande: hipertensão arterial, glaucoma, osteoporose, hipertireoidismo, etc. Todos eles, à semelhança do que ocorre no TDAH, cursam com graves consequências para o indivíduo. Proposições do tipo “quem não esquece alguma coisa de vez em quando?” ou “quem não responde impulsivamente de vez em quando?” são, além de superficiais, irrelevantes: todos os sintomas do TDAH ocorrem em frequência e intensidade não observada em indivíduos normais.
O diagnóstico do TDAH é realizado através de entrevista clínica e há extensa literatura científica sobre a fidedignidade deste procedimento. A sugestão de que a ausência de exames complementares tornaria o diagnóstico “frágil” novamente reflete inacreditável desconhecimento de saúde mental: também não há exames para os diagnósticos de Depressão, Autismo, Transtorno do Pânico, Esquizofrenia, Transtorno Obsessivo-Compulsivo, Transtorno Bipolar, etc.
A comunidade científica Brasileira, aqui representada por mais de 20 associações e grupos de pesquisa, reitera que o TDAH pode ser diagnosticado de modo fidedigno e seu tratamento, se bem conduzido, tem grandes chances de diminuir os prejuízos que esses indivíduos apresentam ao longo da vida. Embora tratamentos não farmacológicos possam auxiliar bastante no manejo terapêutico do TDAH, todos os artigos científicos disponíveis indicam que o tratamento farmacológico é a primeira escolha para a maioria dos portadores.
Fornecer informações equivocadas e ocultar dados científicos bem documentados é dificultar ou retardar o acesso da população ao diagnóstico ou a tratamento, é a expressão de uma das mais perversas formas de discriminação social: a Psicofobia.
Brasília, 13 de Julho de 2012
Referências
1. Diagnosis and Treatment of Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder in Children and Adolescents. Larry S. Goldman, MD; Myron Genel, MD; Rebecca J. Bezman, MD; Priscilla J. Slanetz, MD, MPH; for the Council on Scientific Affairs, American Medical Association - JAMA. 1998;279(14):1100-1107
2. Putting the efficacy and general medicine medication into perspective: review of meta- analysis. Stefan Leucht, Sandra Hierl, Werner Kissling, Markus Dold and John M. Davis. British Journal of Psychiatry, 2012, 200:97-106
Entidades signatárias
- Associação Brasileira de Psiquiatria
- Associação Brasileira do Déficit de Atenção
- Sociedade Brasileira de Pediatria
- Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil
- Associação Brasileira de Neurologia, Psiquiatria Infantil e profissões afins
- Academia Brasileira de Neurologia
- Sociedade Brasileira de Neuropsicologia
- Associação de Psiquiatria do Rio Grande do Sul
- Sociedade Interdisciplinar de Neurociência Aplicada à Saúde e Educação
- Associação Brasileira de Dislexia
- Ambulatório dos Estudos de Aprendizagem do Hospital das Clinicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Neurologia e Pediatria)
- DISAPRE – Laboratório de Pesquisa em Distúrbios da Aprendizagem e da Atenção – Faculdade de Ciências Médicas - Universidade de Campinas
- Laboratório de Investigações Neuropsicológicas – Universidade Federal de Minas Gerais
- Laboratório de Neuropsicologia do Desenvolvimento – Universidade Federal de Minas Gerais
- Unidade de Psiquiatria da Infância e Adolescência (UPIA) da Universidade Federal do Estado de São Paulo (UNIFESP-EPM)
- Centro de Referência para Criança com TDAH Instituto de Pediatria e Puericultura Martagão Gesteira – Universidade Federal do Rio de Janeiro
- Ambulatório de Neuropsicologia Pediátrica do Serviço de Neurologia do Complexo Hospitalar Professor Edgar Santos da Universidade Federal da Bahia
- Ambulatório de Distúrbio de Aprendizagem da Santa Casa da Misericórdia de São Paulo
- GEDA - Grupo de Estudos e Pesquisa do Déficit de Atenção da Universidade Federal do Rio de Janeiro
- NANI – Núcleo de Atendimento Neuropsicólogo Infantil – Universidade Federal do Estado de São Paulo
- Comunidade Aprender Criança – Instituto Glia
- Núcleo de Investigações da Impulsividade e da Atenção da Universidade Federal de Minas Gerais
- Centro de Orientação Escolar - Hospital da Criança Santo Antonio da Santa Casa de Porto Alegre
- Laboratório de Clínica Cognitiva do Instituto de Psicologia da Universidade Federal da Bahia
- Programa de Déficit de Atenção/ Hiperatividade do Hospital de Clinicas de Porto Alegre da Universidade Federal do Rio Grande do Sul
- Serviço de Psiquiatria Infantil da Santa Casa do Rio de Janeiro
- Grupo de Pesquisa em Neurodesenvolvimento, escolaridade e aprendizagem – CNPq
- Ambulatório de Déficit de Atenção (AMBDA) da Universidade Federal de Minas Gerais
- Instituto ABCD
Assinar:
Postagens (Atom)

.jpg)


.jpg)


